Formycon é uma empresa alemã de biotecnologia e que desenvolve medicamentos biossimilares na Alemanha e na Suíça.
Seu foco principal está em terapias para oftalmologia, imunologia e outras condições crônicas, cobrindo todas as fases do processo de criação de biossimilares, desde a avaliação inicial do medicamento de referência até as etapas de testes pré-clínicos e clínicos, além da elaboração de documentação necessária para obtenção de aprovação para comercialização.
A empresa ranibizumabe e aflibercepte, usados no tratamento de doenças como degeneração macular neovascular relacionada à idade, edema macular diabético, neovascularização coroideana, retinopatia diabética proliferativa e edema macular e que são vendidos sob as marcas Ranivisio, Ongavia, Cimerli, Ranopto, Uptera, Ravegza, AHZANTIVE, Baiama e Fovlya.
O portfólio de desenvolvimento da empresa inclui o ustekinumabe, destinado ao tratamento de condições como a doença de Crohn, colite ulcerativa, psoríase em placas e artrite psoriática, com as marcas Otulf, Fymskina e Sitovab.
A Formycon também desenvolve os fármacos FYB208 e FYB209, voltados para o tratamento de doenças imunológicas.
História Foi fundada em 1999 com o nome de Scil Technology GmbH. por antigos executivos da Boehringer Mannheim.
No ano de 2001, o laboratório de análises da empresa recebe a certificação de boas práticas de fabricação.
Em 2003 Além de seus próprios projetos de pesquisa, a Scil Technology GmbH conquista seus primeiros contratos de serviços, iniciando o desenvolvimento de biossimilares para terceiros.
Em abril de 2008, a Scil Technology GmbH. transfere seu portfólio de projetos para a Medtronic e que são relacionados a tecnologias regenerativas dentárias biológicas e para uso na regeneração óssea para colocação de implantes dentários e tratamento de doenças periodontais.
Em 2010, surge na empresa uma unidade específica para pesquisa e serviços, denominada “Formycon”.
Em dezembro de 2011, A Scil Technology GmbH concede os direitos de seu principal projeto à empresa francesa Sanofi e que estava relacionado ao o tratamento regenerativo de osteoartrite e distúrbios da cartilagem.
Em 2012 mudou de nome para Formycon AG.
Em 2013, tem inicio ao desenvolvimento do primeiro e segundo biosimilar e ainda no mesmo ano, realizou um aumento de capital de 17,5 milhões de euros.
Em 2014, começa o desenvolvimento de um terceiro biossimilar e formou-se uma joint venture com a empresa Polpharma para produzir o medicamento FYB201.
Em 2015. a Bioeq iniciam ensaio clínico de fase III com o biossimilar FYB201 e ainda a empresa realizou um aumento de capital de 11,1 milhões de euros.
Em dezembro de 2017, a Formycon formou uma joint venture com a companhia alemã Aristo Pharma para o desenvolvimento do biosimilar FYB202 e que atua como um anticorpo monoclonal humano direcionado contra as citocinas Interleucina-12 e Interleucina-23, utilizado no tratamento de diversas doenças inflamatórias graves, como a psoríase de intensidade moderada a severa.
Em fevereiro de 2018, o jornal britânico Financial Times elegeu a Formycon como a 7º empresa de maior crescimento entre as 1000 de maior crescimento da Europa.
Em novembro de 2019, a subsidiaria da Formycon, a Bioeq AG licenciou para a empresa estadunidense Coherus BioSciences, Inc. os direitos exclusivos do medicamento biossimilar referente ao Ranibizumabe.No mesmo ano houve um aumento de capital de 17,3 milhões de euros feito por um investidor institucional.
Em junho de 2025, a Anvisa no Brasil, concedeu autorização de comercialização do medicamento biossimilar FYB201 e que é usado no tratamento de perda visual significativa, como a degeneração macular associada à idade e outras retinopatias, o medicamento FYB201 foi desenvolvido pela companhia Bioeq AG e que é uma união da Formycon com a empresa polonesa Polpharma Biologics.
Medicamentos biossimilares produzidos MedicamentosFYB201 (Ranibizumabe)FYB202 (Ustecinumab)FYB203 (Aflibercepte)FYB206 (Pembrolizumabe)
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