A tese do conflito é uma abordagem historiográfica na história da ciência que se originou no século XIX com John William Draper e Andrew Dickson White. Ela sustenta que existe um conflito intelectual intrínseco entre religião e ciência, e que isso conduz inevitavelmente à hostilidade. O consenso entre os historiadores da ciência é que a tese está há muito desacreditada, o que explica a rejeição da tese pelos estudiosos contemporâneos. No século XXI, os historiadores da ciência aceitam amplamente uma tese de complexidade. A falta de envolvimento com os avanços da história da ciência perpetua a crença na tese.

Estudos globais sobre cientistas mostram que a maioria dos cientistas não vê a religião e a ciência em conflito e estudos sobre as opiniões do público em geral indicam que a perspectiva do conflito também não é predominante.

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