Léon Heuzey (1 de dezembro de 1831 – 8 de fevereiro de 1922) foi um destacado arqueólogo e historiador francês.
Vida e percurso profissional Em 1855, Heuzey deslocou-se à Grécia como membro da École française d’Athènes e, durante os dois anos seguintes, percorreu extensamente a Macedónia e a Acarnânia. O diário dessa viagem, Le Mont Olympe et l’Acarnanie, foi publicado em Paris em 1860. Durante essa expedição, reconheceu a importância arqueológica do sítio atualmente identificado como Vergina. Iniciou escavações nesse local em 1861 e, posteriormente, alargou as suas atividades arqueológicas a Filipos, à Macedónia, à Ilíria e à Tessália. miniaturadaimagem|Retrato do arqueólogo francês Léon Heuzey. Descobriu numerosos sítios de grande importância arqueológica. Em 1855 e 1861, explorou Dion, situada no sopé do Monte Olimpo. Nas proximidades de Dion, identificou o local onde se situava a antiga Leivitra. Na Tessália, encontrou a Estela de Farsalos. Em 1875 foi nomeado conservador do Museu do Louvre. Em 1893, descobriu Delfos, o que levou à sua escavação e ao reconhecimento do seu valor histórico.
Foi também um especialista em trajes históricos das épocas grega antiga, bizantina, egípcia e romana, e autor de livros como Histoire du costume antique d’après des études sur le modèle vivant ou Mythes chaldéens. Deu aulas de arqueologia artística nas Belas-Artes de Paris de 1863 a 1884, tendo sido um professor influente no percurso artístico do escultor Soares dos Reis.
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