thumb|Oficiais da FAES As Forças de Ações Especiais (, FAES) são um comando de elite da Polícia Nacional Bolivariana criado em abril de 2016.Maduro ordenó a la FANB crear este año Fuerzas de Acciones Especiales. Publicado el 26 de abril de 2016. Consultado el 13 de febrero de 2019. Em 2019, contavam com cerca de 1 300 agentes. A FAES inclui a Unidad de Operaciones Tácticas Especiales (UOTE), uma unidade tática policial. A FAES tem sido acusada de atuar como instrumento político de Nicolás Maduro, bem como de funcionar como um esquadrão da morte e de reprimir a oposição.
História As denúncias de ONGs locais e organizações internacionais contra a Operação de Libertação do Povo forçaram o governo de Nicolás Maduro a abandonar essa política de segurança, mas mantiveram a mesma dinâmica em uma força distinta, as Forças de Ações Especiais (FAES). Segundo Luis Izquiel, especialista em segurança cidadã, a FAES resultou em violações de direitos humanos "iguais ou piores".
A FAES tem sido acusada de atuar como instrumento político de Nicolás Maduro, bem como de funcionar como um esquadrão da morte e de reprimir a oposição. FAES, de fuerza élite a “grupo de exterminio”. Publicado el 4 de marzo de 2018. Consultado el 13 de febrero de 2019.Faes, el brazo más oscuro de la represión del régimen de Maduro. Publicado el 3 de febrero de 2019. Consultado el 13 de febrero de 2019.
Entre maio e novembro de 2017, das 403 mortes em que as forças de segurança participaram na Área Metropolitana de Caracas, 124 (31%) foram atribuídas à FAES, que, ao mesmo tempo, foi responsável por 62% das mortes causadas pela Polícia Nacional.
A PROVEA, organização venezuelana de direitos humanos, denunciou a FAES por matar mais de 100 pessoas em bairros de baixa renda nos seis meses anteriores a janeiro de 2019, durante os protestos na Venezuela.
Em 5 de julho de 2019, a Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, divulgou um relatório apresentando evidências do assassinato de pelo menos 6 800 venezuelanos entre janeiro de 2018 e maio de 2019 por várias forças de segurança, incluindo a FAES. O relatório documentou casos de tortura, incluindo afogamento simulado e choques elétricos. O regime considerou o documento "tendencioso". Bachelet incluiu entre as recomendações do relatório a dissolução da FAES e a abertura de uma investigação independente sobre suas ações. Poucos dias após a publicação, Nicolás Maduro apareceu publicamente com agentes da FAES, elogiando-os. Embora o governo de Maduro tenha alegado que o relatório estava repleto de "falsidades", trabalhou com o gabinete de Bachelet. Em uma atualização de setembro de 2020 sobre a situação de direitos humanos na Venezuela, Bachelet voltou a destacar as ações da FAES e informou que, segundo o Ministério Público, setenta agentes da FAES haviam sido indiciados em vários estados.
Equipamentos alt=|thumb|260px Beretta Px4 Beretta M92 Glock 17 Heckler & Koch MP5 AK-103 AR-15 Carabina M4
Na cultura popular O documentário de 2019 Colateral, dirigido pela jornalista venezuelana Lucrecia Cisneros, explora as consequências das execuções extrajudiciais na Venezuela por forças de segurança, incluindo a FAES.
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