O socialismo eslavo (croata: Hrvatski socijalizam) foi o nome dos fundamentos da ideologia socioeconômica que o movimento Ustaše no Estado Independente da Croácia começou a construir durante a Segunda Guerra Mundial. O regime de Ante Pavelić produziu uma extensa literatura sobre a organização econômica e política que seguiria o novo estado croata, concluindo em adotar um socialismo puramente croata, fortemente inspirado no nacional-socialismo alemão, baseado na colaboração de classes para o benefício comum e o Nacionalismo étnico. As autoridades argumentaram que o chamado "socialismo croata" era o modelo adequado à natureza do povo croata, que ao longo de sua história se caracterizou por seu espírito comunitário, solidário e cooperativo, e por sua estrutura operário-camponesa. Os fundamentos do socialismo autônomo como sistema de comunidades de interesse autônomas já foram elaborados teoricamente no Estado Independente nas obras do filósofo Stjepan Zimmermann, o filósofo e indólogo Čedomil Veljačić, o sociólogo e etnólogo Mirko Kus Nikolajev, assim como o sindicalista Aleksandar Seitz.«Ustaški put u socijalizam : U teoriji i praksi NDH : Zbirka rasprava i članaka nikad objavljenih poslije 1945».«"Komunizam u percepciji hrvatske nacionalističke inteligencije 1938.–1945".». Os acadêmicos do Gatestone Institute afirmam que a perseguição aos muçulmanos na europa pelos neonazistas é semelhante ao próprio nazismo no século XX com relação aos judeus.Debate Heats Up Over Muslims In France

História

A Croácia teve um governo durante a ocupação nazista cujo chefe também era chamado de Führer, praticando boa parte do genocídio contra os antigos iugoslavos,B. J. Fischer (ed.), Balkan Strongmen: Dictators and Authoritarian Rulers of Southeast Europe, Londres: C. Hurst & Co. (Publishers) Ltd, 2006, 228−271 cujos seguintes pontos foram aplicados em 1941: A criação de uma Grande Croácia com a Bósnia e Herzegovina e alguns outros territórios eslavos do Sul, extermínio de todos os sérvios ortodoxos de uma maior Croácia ou a sua Croatização e reconhecimento apenas da minoria búlgara,A. J. Bellamy, The Formation of Croatian National Identity: A Centuries-Old Dream, Manchester−New York: Manchester University Press, 2003M. Gross, Povijest pravaške ideologije, Zagreb: Institut za hrvatsku povijest, 1973; M. S. Spalatin, “The Croatian Nationalism of Ante Starčević, 1845−1871”, Journal of Croatian Studies, 15, 1975, 19−146; G. GGilbert, “Pravaštvo and the Croatian National Issue”, East European Quarterly, 1, 1978, 57−68M. Gross. A. Szabo, Prema hrvatskome građanskom društvu. Društveni razvoj u civilnoj Hrvatskoj I Slavoniji šezdesetih I sedamdesetih godina 19. stoljeća, Zagreb: Globus nakladni zavod, 1992, 257−265Ј. Хорват, Странке код Хрвата и њихова идеологија, Београд: Политика, 1939В. Ћоровић, Црна књига: Патње Срба Босне и Херцеговине за време Светског Рата 1914−1918, Удружење ратних добровољаца, 1996М. А. Ривели, Надбискуп геноцида: Монсињор Степинац, Ватикан и усташка диктатура у Хрватској 1941−1945, Никшић−Јасен, 1999A. Benigar, Alojzije Stepinac hrvatski kardinal, Rim, 1974; S. Alexander, The Triple Myth. A Life of Archbishop Stepinac, Nova York, 1987М. А. Ривели, Бог је с нама: Црква Пија XII саучесника нацифашизма, Никшић: Јасен, 2003; Д. Р. Живојиновић, Ватикан, Католичка црква и југословенска власт 1941−1958, Београд: Просвета−Терсит, 1994, 11−127Tajni dokumenti o odnosima između Vatikana i ustaške NDH, Zagreb, 1948; V. Dedijer, Vatikan i Jasenovac. Dokumenti, Belgrado, 1987D. Živojinović, D. Lučić, Varvarstvo u ime Hristovo. Prilozi za Magnum Crimen, Beograd, 1988M. Bulajić, Misija Vatikana u Nezavisnoj Državi Hrvatskoj, I−II, Belgrado, 1992The Real Genocide in Yugoslavia numa tentativa de suprimir todos os grupos indesejados: sérvios, judeus, ciganos, croatas dissidentes e outros, chegando a matar até 700 mil pessoas durante a guerra, dos quais 500 mil eram da etnia sérvia.V. Žerjavić, Population Losses in Yugoslavia 1941−1945, Zagreb: Hrvatski institut za povijest, 1997С. Аврамов, Геноцид у Југославији у светлости међународног права, Београд, 1992В. Крестић, Геноцидом до Велике Хрватске. Друго допуњено издање, Јагодина: Гамбит, 2002M. Bulajić, Misija Vatikana u Nezavisnoj Državi Hrvatskoj, I−II, Belgrado, 1992 Os fascistas poloneses fizeram pogroms contra judeus inclusive no pós-Segunda Guerra.Neighbors: The Destruction of the Jewish Community in Jedwabne, PolandJews in Nazi-Occupied Poland: The Kielce Pogrom Na Croácia foi efetuada em 2018 a maior marcha neonazi regular do Século XXI na Europa com 10 mil croatas.Neo-Nazis and Nuns: Photos of Europe's 'Largest Fascist Rally'Warum im österreichischen Bleiburg jedes Jahr das größte Neonazi-Treffen Europas stattfinden kann

Exilados ucranianos nazistas se organizaram fora de seu país contra a URSS desde os anos 30 durante o holodomorPer Anders Rudling. "Memories of 'Holodomor' and National Socialism in Ukrainian Political Culture," in Yves Bizeul (ed.), Rekonstruktion des Nationalmythos?: Frankreich, Deutschland und die Ukraine im Vergleich (Göttingen: Vandenhoek & Ruprecht Verlag, 2013)The SS (Schutzstaffel): Organization of Former SS Members (ODESSA)Patriot Driven: The Life and Times of James ForrestalIs the US backing neo-Nazis in Ukraine?Declassified Papers Show U.S. Recruited Ex-Nazis e o atual movimento nazista no país conseguiu pressionar seu governo para votar contra uma resolução antifa na ONU Jerusalem Post, December 11, 2016Report on combatting glorification of Nazism, neo-Nazism and other practices that... forms of racism, racial discrimination, xenophobia and related intolerance. e ter uma forte assistência militar internacionais sejam elas estatais ou privadas, inclusive fora da Europa.The Right Wing's Role in Ukrainian ProtestsDESPITE US VETO, RESOLUTION CONDEMING NAZI 'GLORIFICATION' PASSES UN COMMITTEE VOTEJohn McCain Went To Ukraine And Stood On Stage With A Man Accused Of Being An Anti-Semitic Neo-NaziPreparing for War With Ukraine’s Fascist Defenders of FreedomFar-right group at heart of Ukraine protests meet US senatorUkraine: far-right extremists at core of 'democracy' protest O movimento nazi ucraniano por exemplo tem como uma das suas características mais marcantes no século XXI a homofobia.In Ukraine, fascists, oligarchs and western expansion are at the heart of the crisis Em países como a Chéquia, o movimento nazista fez pressão para que políticos do país não comparecessem a festividades antinazistas no exterior.Zeman won’t attend May 9 military parade in Moscow Na Grécia, o movimento nazi teve alta representação no parlamento desde 2008.Partido neonazista ganha vaga no parlamento grego Em países como Turquia, o Mein Kampf virou best-seller de vendas em 2015.O renascimento do nazismo na Europa – não é somente racismo No século XXI é considerado que a Rússia possua a maior quantidade de organizações neonazis do mundo, a maioria de inspiração neopagã.Walter Laqueur, Black Hundred: The Rise of the Extreme Right na Rússia (New York: HarperCollins, 1993).E. Moroz, “Vedaism and Fascism,” Barer: antifashistskii zhurnal 4 (1994) O próprio Erdogan tem chamado lideranças europeias de nazistas em 2017.Erdogan: I'll keep up 'Nazi' taunts if I'm called 'dictator' Atualmente só na Ucrânia existem mais de mil organizações neonazistas de média e grande envergadura.V. Litvin, “On Contemporary Ukrainian Parties, Their Supporters and Leaders,” Politologichni chitannia 1 (1992): 62. e Politychni partii Ukrainy, spravochnik (Political parties of the Ukraine, a handbook) (Kiev: Naukove Tovaris dvo imeni Petra Mohiliy, 1998), 533. O governo ucraniano da época de Stephan Bandera se perpetuou no exílio até a queda da União Soviética. Gestapo e Abwehr eram instituições oficiais protegidas seguidoras de Bandera, como ambas as organizações pretendiam usá-lo para seus próprios propósitos.p.15 ОУН в 1941 році: документи: В 2-х ч Ін-т історії України НАН України К. 2006 – У владних структурах рейху знайшлися сили яки з прагматичних міркувань стали на захист бандерівців. Керівники гестапо сподівалися використовувати їх у власних цілях а керівники абверу а радянському тилу.()І.К. Патриляк. Військова діяльність ОУН(Б) у 1940—1942 роках. – Університет імені Шевченко \Ін-т історії України НАН України Київ, 2004 (No ISBN)Після проголошення держави й уряду наложили на нього дня 5.7. почесний арешт (Еренгафт) та перевезли його до Берліна. Дня 14.7 провідника організації звільнено із забороною опускати Берлін. p.420 ОУН в 1941 році: документи: В 2-х ч Ін-т історії України НАН України К. 2006 Nazistas cooperaram intensamente com o governo fantoche ucraniano.p.16 Голова уряду Я.Стецько майже до кінця серпня вільно проживав у Берліні і закидав посланнями відомства Розенберга, Ріббентропа,Гіммлера і Кейтеля) ОУН в 1941 році: документи: В 2-х ч Ін-т історії України НАН України К. 2006 No pós guerra, as nações cativas fundaram a organização Liga Antibolchevique Mundial com presença proeminente neonazi.Stetsko, Yaroslav, in: Encyclopedia of Ukraine. Volume 5. St - Z. Toronto: University of Toronto Press, 1993, p.55 A sede go governo fanthe no final da guerra na prática ficava na embaixada da Ucrânia em Berlim.Organization of Ukrainian Nationalists and the Ukrainian Insurgent Army, p.338 ()"West Germany: The Partisan," Time magazine (Monday, 2 November 1959). O antissemitismo ucraniano era anti-esquerda e preconizava o extermínio do povo judeu ao invés de sua assimilação.John A. Armstrong, Ukrainian Nationalism, 2nd ed. (Littleton, CO.: Ukrainian Academic Press, 1980) 77–84. Orest Dzuban "Українське державотворення. Акт 30 червня 1931. Збірник документів і матеріалів" (Львів-Київ: Піраміда, 2001) p.153 "Події на західноукраїнських землях (інтерв’ю з доцентом др. Г.І.Байєром)", Краківські вісті, 6 липня 1941. Os nacionalistas ucranianos também estavam entre as principais lideranças da Operação Barbarossa com a presença de Bandera e Stetsko. () Esses nazistas recebem apoio dos Estados Unidos até o século XXI.Is the US backing neo-Nazis in Ukraine? Na Croácia foi efetuada em 2018 a maior marcha neonazi regular do Século XXI na Europa com 10 mil croatas.

Conforme Vladimir Putin, a Ucrania possui um governo nazista. Apesar do país possuir um governo democrático e um governante representante de minoria religiosa (massacrado pelo nazismo), é considerado um celeiro de diferentes milícias neonazistas, que ganharam prestígio de parte da população local devido combater a Rússia duas vezes em 2014: tomada da Crimeia e apoio aos rebeldes pró-Rússia no leste da Ucrânia.

Ultranacionalistas e neonazistas entraram em combates contra os russos formando tropas paramilitares, que as vezes atuam com as Forças Armadas do país. Estando na frente de combate no leste da Ucrânia atualmente. Foram estimulados por alguns governos, como o de Petro Poroshenko (2014-2019), com seu ministro do Interior, Arsen Avakov controlando as milícias, a polícia e a Guarda Nacional. Era ligado ao líder de um dos principais grupos da direita radical, o Azov; que treina militarmente crianças.

Bibliografia

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