Aloysio de Castro (Rio de Janeiro, — Rio de Janeiro, ) foi um médico neurologista e poeta brasileiro.

Filho de Francisco de Castro e de Maria Joana Monteiro Pereira de Castro. Formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1903, defendendo a tese "Das desordens da marcha e seu valor clínico". Foi diretor do Instituto Sanitário Federal (1894-1897), professor de clínica propedêutica (1891) e diretor (1901) da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Membro da Academia Nacional de Medicina e presidente da Academia Brasileira de Letras. Como poeta publicou As Sete dores e as sete alegrias da Virgem, em 1929 (in: Dicionário Enciclopédico Koogan - Larrousse.

"Ao meio-dia, na casa do Prof. Castro, legítimo macaco, mas companhia interessante", escreveu Einstein ao se referir ao professor Aloísio de Castro, na época diretor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.

Academia Brasileira de Letras Foi o terceiro ocupante da cadeira 5 da Academia Brasileira de Letras, eleito em 14 de novembro de 1917, na sucessão de Osvaldo Cruz, e recebido em 15 de abril de 1919 por Afrânio Peixoto.

Categoria:Neurologistas do Brasil Categoria:Poetas do estado do Rio de Janeiro Categoria:Presidentes da Academia Brasileira de Letras Categoria:Presidentes da Academia Nacional de Medicina Categoria:Patronos da Academia Nacional de Medicina Categoria:Naturais da cidade do Rio de Janeiro Categoria:Deputados federais da Assembleia Nacional Constituinte de 1946 Categoria:Patronos da Academia Brasileira de Médicos Escritores