miniaturadaimagem|Manifestações em oposição contra a Barragem do Alta

O conflito de Alta ou controvérsia de Alta foi uma série de manifestações que originaram no município de Alta, Noruega no final dos anos 1970 e princípio da década de 1980 contra a construção duma central hidroelétrica no rio Alta em Finnmark, a região Ártica norueguesa.

Cronologia histórica

Os residentes da pequena área de Máze uniram-se e formaram o (Comité de Acção Contra a Barragem de Masi) no dia 15 de Agosto de 1970.

A partir de 1973, o (Comité de Alta para a Conservação da Bacia do Rio Alta-Kautokeino) documentou os efeitos potêncialmente desastrosos do projecto, tanto no abundante salmão-do-atlântico quanto nos habitats naturais existentes na bacia fluvial do rio Alta-Kautokeino. O grupo é creditado, em grande parte, por influenciar a oposição do conselho municipal de Alta contra o projeto de construção.

No dia 12 de Julho de 1978, cerca de 80 manifestantes do grupo (Acção Popular Contra o Desenvolvimento da Bacia do Rio Alta-Kautokeino) reuniram-se no ginásio de Alta, a escola secundária local.

O campo de Detsika foi estabelecido no verão de 1979. Recebeu 6.500 visitantes de 20 nações; vários visitantes eram manifestantes.

Mais tarde, em 1979, foi estabelecido o Stilla Camp e o Detsika Camp (que era um centro cultural e gabinete político) foi desativado.

0 realizou uma eleição numa reunião anual extraordinária em Alta, a 24 de janeiro de 1982, que concluiu que a organização deveria ser desmantelada. Uma das razões para desmantelar a organização foi evitar ser responsabilizada por sabotagem e atos criminosos, como os incêndios ocorridos durante as férias de Natal, contra construções móveis pertencentes à NVE.

O realizou a sua última conferência nacional em Maio de 1982.

Processo judicial contra Alfred Nilsen (falecido em 2025),https://www.vg.no/nyheter/i/GygJJ6/lederen-av-alta-aksjonen-er-doed. VG.n.º. Consultado em 17/03/2025 Tore Bongo, Svein Suhr e Per Flatberg teve início em 1 de março de 1983. Foram posteriormente condenados a multas de –20.000 cada um, e penas de prisão suspensas de 60–90 dias.

Referências