A Linha Saddam consistia em fortificações defensivas construídas pelo Exército Iraquiano de Saddam Hussein na fronteira do Kuwait com a Arábia Saudita, após a invasão e ocupação do Kuwait pelo Iraque em agosto de 1990.

A mídia ocidental apresentou temores de que ela representaria um obstáculo formidável à libertação do Kuwait, consistindo em "fossos flamejantes" (valas cheias de óleo para serem incendiadas em caso de ataque) e "bermas de areia, trincheiras, fossos antitanque, arame farpado e campos minados", além da ameaça de armas químicas e biológicas. O objetivo de Hussein era forçar a coalizão a se engajar em uma custosa guerra de trincheiras. No entanto, esses temores se mostraram infundados. O ataque da Coalizão, iniciado às 4h da manhã de 24 de fevereiro de 1991, encontrou "apenas resistência esporádica" e, às 6h45, as tropas romperam a Linha Saddam. As forças estadunidenses atacaram as linhas iraquianas com tanques M1 Abrams modificados com arados de varredura de minas e veículos de engenharia de combate M728 que enterraram as trincheiras e, em muitos casos, enterraram tropas iraquianas vivas, cujo número foi estimado em "milhares", embora o governo iraquiano tenha declarado após a guerra que encontrou 44 corpos.

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