Ebrahim Zalzadeh (c. 1948 – 22 de fevereiro de 1997) foi um autor e editor iraniano dissidente que foi assassinado em 1997, no que se acredita ter sido um dos "assassinatos em cadeia no Irã(o)" de dissidentes por "elementos desonestos" no ministério da inteligência do Irã.
Contexto Zalzadeh foi editor do mensal literário iraniano Mayar (também grafado Me'yer), uma publicação que frequentemente criticava as práticas de censura do governo iraniano contra a mídia, e foi forçada a fechar pelas autoridades em 1995. Zalzadeh supervisionava as editoras Bamdad ("Aurora") e Ebtekar ("Iniciativa").
"A ditadura não continuará", escreveu Ebrahim Zalzadeh em seu último editorial ao líder supremo do regime iraniano, aiatolá Akbar Hashemi Rafsanjani, e ele é lembrado por isso.
As agências de inteligência do Irã(o) baniram Me'yer após o editorial crítico e depois sequestraram e executaram Ebrahim Zalzadeh. Zalzadeh que desapareceu em 22 de fevereiro de 1997 e foi identificado em uma morgue em Teerã(o) em 29 de março. De acordo com o relatório do legista, seu corpo foi encontrado meio enterrado e com múltiplos ferimentos de faca no peito, por volta de 24 de fevereiro, numa estrada nos arredores de Teerã. Ele estava em um necrotério em Teerã em 29 de março, 35 dias após ter sido dado como desaparecido.
"Zalzadeh foi um dos vários escritores e editores iranianos que se ofereceram para compartilhar a punição do editor da revista Abbas Maroufi, que foi condenado em janeiro de 1996 a seis meses de prisão e 35 chicotadas por criticar o governo. Fontes CJP Journalists Killed in 1997: Ebrahim Zalzadeh, Mayar, February 22, 1997, Tehran Tehran]
Ligações externas Ebrahim Zalzadeh's death report at Amnesty International Ebrahim Zalzadeh at International Press Institute
Categoria:Nascidos em 1948 Categoria:Mortos em 1997 Categoria:Jornalistas do Irã Categoria:Jornalistas assassinados Categoria:Mortes por esfaqueamento