Francisco Mejía de Godoy foi um administrador colonial da Monarquia Católica. Exerceu os cargos de governador e capitão-general da Província da Venezuela. Foi provido no cargo pela Audiência de Santo Domingo tendo prestado juramento perante o Cabildo de Caracas em 27 de Outubro de 1603. Nomeou como seu tenente de governador o licenciado Francisco Rodríguez de Toro.
Governo da Província da Venezuela A tomada de posse de Mejía de Godoy ocorreu após a morte de Alonso Suárez del Castillo, em 1603. No contexto da instalação do novo governo, Francisco Rodríguez de Toro propôs o envio de quadrilhas para a prospecção e busca de minas, tendo a diligência sido confiada ao capitão Garci González de Silva, com a sua gente.
Em Março de 1604, por proposta de Mejía de Godoy, o cabildo voltou a tratar da abertura de um caminho entre Caracas e o porto de La Guaira. Resolveu-se recuperar o antigo caminho da Culebrilla e reparar os trechos considerados perigosos. A obra seria sustentada por um novo repartimiento de contribuições entre os vizinhos; foram previstos quarenta pesos para o sustento dos indígenas que os encomenderos deviam fornecer para o trabalho.
Em 1604, Simón Pacheco cedeu ao seu cunhado Agustín Herrera de Sarmiento y Rojas de Ayala a encomienda de Corocorumo e Llanos de Salamanca. A cessão foi aprovada por Francisco Mejía de Godoy na qualidade de governador e capitão-general da Província da Venezuela.
O último registo referido no tomo II das Actas del Cabildo de Caracas, datado de 22 de Novembro de 1605, ainda identifica Mejía de Godoy como governador e capitão-general da província, com Francisco Rodríguez de Toro como tenente-general.
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