Na física teórica e física quântica, um gravifóton (ou gravivetor) é uma partícula hipotética que surge como uma excitação do tensor métrico (isto é, o campo gravitacional) em dimensões de espaço-tempo superiores a quatro, conforme descrito na teoria de Kaluza–Klein.

Contudo, suas propriedades físicas cruciais são análogas às de um fóton (massivo): ele induz uma "força vetorial", por vezes apelidada de "quinta força". O potencial eletromagnético emerge a partir de uma componente extra do tensor métrico , onde o algarismo 5 rotula uma dimensão adicional, a quinta dimensão.

Em teorias de gravitação com supersimetria estendida (supergravidades estendidas), um gravifóton é normalmente um superparceiro do gráviton que se comporta de maneira semelhante a um fóton, tendendo a se acoplar com intensidade gravitacional, conforme compreendido no final da década de 1970. Ao contrário do gráviton, ele pode exercer uma força repulsiva (além de atrativa) e, portanto, em algum sentido técnico, um tipo de antigravidade. Sob circunstâncias especiais, em diversos modelos naturais — frequentemente decorrentes das teorias pentadimensionais mencionadas —, ele pode de fato cancelar a atração gravitacional no limite estático. Joël Scherk investigou aspectos semirrealistas desse fenômeno, estimulando buscas por manifestações físicas desse mecanismo.

Ver também

Graviscalar (também conhecido como radion) Supergravidade Lista de partículas hipotéticas

Referências

Categoria:Partículas Categoria:Partículas hipotéticas