Todas as Mulheres do Mundo é um filme brasileiro de Domingos de Oliveira de 1966, do gênero comédia. Foi premiada no Festival de Brasília em 1966 e um raro sucesso brasileiro de crítica e de público na época. O roteiro é baseado nos contos "A Falseta" e "Memórias de Don Juan" de Eduardo Prado Filmografia Cinemateca Acessado em 12-10-15. Os cartazes de abertura são de Jaguar. Em novembro de 2015 o filme entrou na lista feita pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos.

Sinopse No Rio de Janeiro, o jornalista Paulo encontra o amigo Edu e lhe conta sobre uma "falseta" acontecida com ele e com uma moça chamada Maria Alice. A história começa com uma festa de Natal no apartamento de Paulo, na qual ele conheceu Maria Alice e o noivo dela, Leopoldo. Paulo se apaixonou por Maria Alice e passou a fazer de tudo para conquistá-la. A moça acabou cedendo e deixou Leopoldo, que continuou amigo dela, enquanto Paulo terminou casos com inúmeras mulheres. Os dois passaram a viver juntos mas Paulo sentia saudades da antiga turma enquanto Maria Alice ainda tinha imenso carinho por Leopoldo.

Elenco

Leila Diniz .... Maria Alice Paulo José .... Paulo Flávio Migliaccio .... Edu Joana Fomm ..... Barbara Ivan de Albuquerque .... Leopoldo Irma Álvarez .... Rita, garota argentina Fauzi Arap .... Homem de São Paulo Isabel Ribeiro .... Dunia Luiz Carlos Braga Marieta Severo Maria Gladys Norma Marinho Vera Vianna Nazareth Ohana Anna Christina .... Ana Cristina Ana Maria Magalhães .... Ana Maria Ana Rudge Diana Dorinha Frances Khan .... Frances Hildegard Angel Tânia Scher...Tânia

Produção O diretor sempre afirmou que o filme é uma comédia que descreve a relação verdadeira que ele teve com a atriz principal da película, Leila Diniz, com quem foi casado por alguns anos.

Outra versão miniaturadaimagem|Paulo José ganhou o Candango de Melhor Ator por interpretar Paulo no filme. Também teve uma versão de TV, produzida pela Rede Globo no Natal de 1990, com Pedro Cardoso e Fernanda Torres nos papéis que foram de Paulo José e Leila Diniz no cinema. Esta versão teve meia-hora a mais que o filme original. A direção também foi de Domingos de Oliveira.

Premiação Festival de Brasília ("Semana do Cinema Brasileiro 1966"): melhor filme, melhor direção, melhor argumento, melhor diálogo, melhor ator para Paulo José, melhor produtor para Luiz Carlos Pires e menção honrosa para Leila Diniz. Prêmio INC - Instituto Nacional de Cinema, 1967, RJ: Melhor roteiro para Domingos de Oliveira, melhor ator para Paulo José, melhor atriz para Leila Diniz e melhor montagem para Raimundo Higino e João Ramiro Mello. Prêmio Curumim do Clube de Cinema de Marília, 1969, SP para Raimundo Higino e João Ramiro Mello.

Ligações externas Crítica do filme

Categoria:Filmes do Brasil de 1966 Categoria:Filmes premiados no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro Categoria:Filmes dirigidos por Domingos de Oliveira Categoria:Filmes em língua portuguesa Categoria:Filmes em preto e branco do Brasil Categoria:Filmes de comédia do Brasil