Attalea oleifera (também conhecida como Attalea compta), popularmente chamada de pindoba ou pindova, é uma palmeira típica das regiões úmidas do Nordeste e Centro-Oeste do Brasil. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 330. É comum da Bahia ao Maranhão, ocorredo desse modo em todos os estados nordestinos e em Tocantins.
É uma planta que floresce desde a faixa litorânea até a de transição para a caatinga (agreste) ou o cerrado, sendo vista também nos brejos de altitude. Embora da mesma família florística que o babaçu, esta palmeira não deve ser confundida com o babaçu que é outra subespécie da mesma palmeira.
A pindoba foi citada através da história por autores clássicos, como Claude d'Abbeville e Ambrósio Fernandes Brandão, que a descreveram já no século 17 nos respectivos escritos.
Etimologia Pindoba e pindova são provenientes do termo tupi pindoba,NAVARRO, E. Dicionário de Tupi Antigo: a língua indígena clássica do Brasil. Editora Global, 2013 que significa "palmeira para cobrir casas".
Características A árvore possui até 25 metros de altura e tronco com 30–48 cm de diâmetro, com folhas de até 4–8 metros de comprimento. Essa espécie é indicada para paisagismo, e suas folhas são usadas também para cobertura de casas rústicas.
Suas amêndoas, sementes, produzem óleo comestível de boa qualidade que também é utilizado para iluminação e produção de sabões.
Indivíduos adultos de tamanho médio dessas palmeiras podem ser transplantados sem maiores problemas.
Categoria:Attalea Categoria:Flora do Ceará Categoria:Espécies descritas em 1881 Categoria:Flora do Espírito Santo (estado) Categoria:Espécies citadas na Lista Vermelha de Ameaça da Flora Brasileira Categoria:Espécies citadas na Lista de Espécies da Flora Ameaçadas do Espírito Santo Categoria:Nomes de árvores de origem tupi