Adilson Antônio Martins , apesar de brasileiro, foi iniciado como pelo Babalaô Sumo Sacerdote Cubano, Rafael Zamora Diaz Ogundaquetê.Narrativa Da Fé, Por Anderson Pereira Portuguez, Leonor Franco De Araújo E Carlos Alberto Póvoa, pag.412La quête de l'Afrique dans le candomblé: pouvoir et tradition au Brésil, Por Stefania Capone. Crítico, guerreiro, amante da religião, que pregava seriedade, compromisso e devoção. Uma vida inteira dedicada à divulgação do culto de Ifá-Orunmilá, de forma correta e digna, sempre combatendo aventureiros que profanam a tradição. Iniciado Auofacã pelo babalaô cubano Rafael Zamora (Auô Ogundaquetê) em 1992, fazendo parte do que foi considerado o "primeiro barco de Ifá" no Brasil, ao lado se sua esposa - Lúcia Petrocelli Martins - Aapetebi Obeionô. Como Auofacã Obebará, escreveu diversos livros sobre Ifá, podendo-se destacar Ibadu - A cabaça da existência; e 666 ebós de Odu. Se aprofundou nos mistérios de Ifá e foi consagrado babalaô pelo sacerdote africano babalaô Adixá Arogundadê Adecunlê, passando assim a utilizar seu nome iniciático: babalaô Ifalequê Auó Ni Orunmilá Omô Odu Obebará. Sempre preocupado com a perpetuação dos ensinamentos de Ifá, Babá Ifalequê conseguiu compilar uma gama enorme de material a cerca do culto de Ifá, culminando em novos livros (alguns ainda não publicados). Inclusive, publicações destinadas ao público infantil de lendas africanas. Em abril de 2011, desencarnou Adilson Martins, embora continue vivíssimo, deixando um grupo de iniciados ligados à Ordem Brasileira de Ifá (OBI), fundada por ele.
Categoria:Sacerdotes de religiões afro-brasileiras Categoria:Ifá