João da Cunha Souto Maior foi um administrador colonial português no Brasil.

Foi capitão-general e governador da capitania de Pernambuco, entre 13 de maio de 1685 e 29 de junho de 1688.

Foi fidalgo da Casa Real e comendador de São Mamede de Trovisco na Ordem de Cristo.

Décimo primeiro governador, deixou reputação, segundo o historiador Evaldo Cabral de Mello comenta em sua obra «A fronda dos mazombos», quase tão lastimável quando a de Jerônimo de Mendonça Furtado, alcunhado o Xumbergas.

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