250px|miniaturadaimagem|Larvas sendo utilizadas no tratamento de um pé diabético. Terapia larval, Terapia de debridamento larval (TDL)GENE STONE (2012). Os segredos das pessoas que nunca ficam doentes. Leya. p. 63. ISBN 972-20-4943-7. ou ainda biodesbridamento por terapia larvalSanjay Saint; Lawrence M. Tierney Jr.; Mary A. Whooley. CURRENT: Essência da Medicina (Lange). McGraw Hill Brasil. p. 380. ISBN 978-85-8055-072-6. é uma forma de desbridamento biocirúrgico que consiste na aplicação de larvas de moscas como a Lucilia sericata ou Phaenicia sericataVincent H. Resh; Ring T. Cardé (2009). Encyclopedia of Insects. Academic Press. p. 619. ISBN 978-0-08-092090-0. sobre feridas para que removam o tecido necrosado.Carrie Sussman; Barbara M. Bates-Jensen (2007). Wound Care: A Collaborative Practice Manual. Lippincott Williams & Wilkins. p. 207. ISBN 978-0-7817-7444-4.

Usos O uso de larvas para tratamento medico remonta a Antiguidade, nos últimos três seculos foi usado pontualmente por diversos grupos, principalmente militares

Desde então tem sido usada com sucesso no tratamento de úlceras crônicas, como nas pernas. Wim Fleischmann; Martin Grassberger; Ronald Sherman (2011). Maggot Therapy: A Handbook of Maggot-Assisted Wound Healing. Thieme. p. 41. ISBN 978-3-13-161141-3.

Há evidências de benefícios no tratamento de úlceras de pé diabéticos.

Em 2004, o FDA liberou o uso de larvas como um dispositivo médico nos Estados Unidos (510(k) #33391)Norman Gratz (2006). Vector- and Rodent-Borne Diseases in Europe and North America: Distribution, Public Health Burden, and Control. Cambridge University Press. p. 77. ISBN 978-0-521-85447-4.Richard P. Hoffmann, RPh, PharmD (2012). Ask The Pharmacist: Drug & Health Information For The Consumer. iUniverse. p. 644. ISBN 978-1-4759-4840-0. No mesmo ano em fevereiro, o National Health Service permitiu aos médicos a prescrição do uso da terapia larval.

Exemplos de indicações:

Feridas que não cicatrizam Úlceras de pressão Úlceras de estase venosa Feridas traumáticas que não cicatrizam Câncer de mama fungosoVictoria Harmer (2011). Breast Cancer Nursing Care and Management. John Wiley & Sons. p. 254. ISBN 978-1-4443-2934-6.

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