Cadernos de Lanzarote são um conjunto de cinco diários escritos entre 1993 e 1998, onde o escritor José Saramago narra episódios do seu dia-a-dia doméstico, faz críticas literárias, reflexões filosóficas e trata de outros temas.

Os dois primeiros volumes ocupam-se predominantemente com os sinais da fortuna do nome próprio do escritor, que lhe preenchem o dia-a-dia: cartas de leitores ou convites; testemunhos diretos ou indiretos; conferências e jantares; prémios e recepçõesRevista Colóquio/Letras n.º 143/144 (Jan. 1997). O Espelho Perguntador, pág. 74..

Segundo o autor, o lema que regeu este relato diarístico foiRevuista Blimunda n.º 77 (Outubro de 2018), pág. 20.: "Contar os dias pelos dedos e encontrar a mão cheia."

Em Outubro de 2018 foi lançado o sexto caderno, encontrado pela viúva Pilar del Rio num computador antigo.

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