Lugares Fictícios das Telenovelas, Minisséries e Seriados Brasileiros Países e Regiões Artena (Reino de), Lastrilha (Reino de), Montemor (Reino de) e Cália (Região da), da novela Deus Salve o Rei (Globo, 2018, autoria de Daniel Adjafre), ambientados na Idade Média, por volta do ano 1300, e inspirados nos pequenos reinos europeus da época; Avilan (Reino de), da novela Que rei sou eu? (Globo, 1989, autoria de Cassiano Gabus Mendes), ambientado na França do século XVIII, em um momento contemporâneo à Revolução Francesa; Belaventura (Reino de), Redenção (Ducado de) e Valedo (Condado de), da novela Belaventura (Record, 2017-18, autoria de Gustavo Reiz), ambientados no início do século XV, e inspirados nos pequenos reinos europeus da época; Kanshipur (Principado de), da novela O Homem Proibido (Globo, 1967-68, autoria de Gloria Magadan), ambientada na Índia, no final do século XIX e início do século XX; Krikoragán (Reino de), da novela Floribella (Bandeirantes, 2005-06, autoria de Patrícia Moretzsohn e Jaqueline Vargas); Kubanacan (República de), da novela Kubanacan (Globo, 2003, autoria de Carlos Lombardi), ambientada numa ilha do Caribe, durante os anos 50; Seráfia do Norte e Seráfia do Sul (Reinos de), da novela Cordel Encantado (Globo, 2011, autoria de Duca Rachid e Thelma Guedes), ambientadas no início do século XX, e inspiradas nas monarquias europeias da época; Vale do Café (Região do)Para a novela, foram construídas duas cidades cenográficas, a fim de idealizar duas cidades diferentes na trama. Todavia, não havia menção a uma cidade específica, mas sim, ao (à Região do) Vale do Café. da novela Orgulho e Paixão (Globo, 2018, autoria de Marcos Bernstein), ambientada no interior de São Paulo.

Cidades Águas de Santana, da novela Ovelha Negra (Tupi, 1975, autoria de Walther Negrão), ambientada no interior do sudeste brasileiro e caracterizada como uma estância termal; Águas de São Jacinto, da novela Amor Perfeito (Globo, 2023, autoria de Duca Rachid), ambientada no interior de Minas Gerais; Albuquerque, da novela Estúpido Cupido (Globo, 1976, autoria de Mário Prata), ambientada no interior de São Paulo; Albuquerque e Santa Fé,Tanto Albuquerque como Santa Fé são cidades reais situadas no estado do Novo México e relativamente próximas entre si (104 km), sendo a primeira a maior cidade do estado e a segunda, a capital do Estado. A proposta da novela não era recriar as americanas Albuquerque e Santa Fé do século XIX, mas sim ambientar a trama em um contexto que lembrasse as típicas cidadezinhas do velho oeste americano. Além disso, na novela, as cidades situavam-se mais próximas de si do que são na realidade. Por esses motivos, considerar-se-ão as cidades da trama como fictícias e não reais. Albuquerque também era o nome da cidade fictícia de Estúpido Cupido, novela que o mesmo autor havia escrito em 1976 da novela Bang Bang (Globo, 2005-06, autoria de Mário Prata), ambientadas no estado americano do Novo México, ao tempo do velho oeste; Antas e Vila de Santa Fé, da 2ª versãoO autor Benedito Ruy Barbosa afirmou que não fez um remake de sua novela homônima, apresentada em 1971 na Globo. Segundo ele, “Essa novela não tem nada da outra, só os nomes dos personagens e das localidades. Foi uma oportunidade de dizer as coisas que a censura não deixava. E pude começar a falar de política, de saúde, de educação”. da novela Meu Pedacinho de Chão (Globo, 2014, autoria de Benedito Ruy Barbosa), ambientada como uma fábula em um universo de conto de fadas, sem conexão com qualquer lugar ou mesmo com a realidade;A cenografia desta versão de Meu Pedacinho de Chão não tinha compromisso com a realidade, proporções ou estilo arquitetônico. A cidade fictícia foi criada nos moldes de um imenso brinquedo de lata, com cavalos coloridos e articulados, engrenagens que tornam autômatos objetos inanimados, um carrossel de esculturas de vacas chamado “curral-céu”. Por esse motivo, bem como não se tratar de remake, conforme as palavras do autor, corroborado pelo fato que a cidade fictícia de Antas não existia na primeira versão da novela, e, considerando ainda, que aquela versão havia sido uma coprodução entre a TV Globo e a TV Cultura, a vila de Santa Fé da versão de 1971 será indicada em item à parte. Antares, da minissérie Incidente em Antares (Globo, 1994, autoria de Charles Peixoto e Nelson Nadotti), ambientada no interior do Rio Grande do Sul; Armação dos Anjos, da novela Vamp (Globo, 1991-92, autoria de Antonio Calmon), ambientada no litoral do Rio de Janeiro; Araruna, da novela Sinhá Moça (Globo, 1986, e remake de 2006, ambas de autoria de Benedito Ruy Barbosa), ambientada no interior de São Paulo; Armação do Sul, da novela Verão 90 (Globo, 2019, autoria de Izabel de Oliveira e Paula Amaral), ambientada no litoral de Santa Catarina; Arraial do Sol Nascente, da novela Sol Nascente (Globo, 2016-17, de autoria de Walther Negrão, Júlio Fischer e Suzana Pires), ambientada no litoral de algum estado da Região Sudeste; Asa Branca e Pouso FelizA cidade fictícia de Pouso Feliz nunca foi mostrada nas tramas, mas tão somente mencionada pelos personagens., da novela Roque Santeiro (Globo, 1975, autoria de Dias Gomes, e remake de 1985-86, autoria de Dias Gomes e Aguinaldo Silva), ambientada no interior da Bahia, na 1ª versão, e no sertão nordestino, na 2ª versão, sem especificar, porém, o estado;Asa Branca havia sido idealizada para retratar cidades brasileiras que vivem em função da religiosidade popular (Juazeiro do Norte, no Ceará; Aparecida, em São Paulo etc). Além disso, na cenografia, houve o cuidado de retratar diversas regiões brasileiras num cenário só. Para isso, foi feita uma colagem de símbolos de diferentes locais do país. Misturou-se o colonial carioca com o nordestino, construções da região Centro-Oeste com elementos do Sul, tudo com o objetivo de representar em Asa Branca o Brasil por inteiro. Os sotaques dos personagens seguiam essa mesma linha. Barão da Serra, da novela O Homem que Sonhava Colorido (Tupi, 1968, autoria de Silvan Paezzo), ambientada em algum lugar do interior do Brasil, sem especificar, porém, o estado; Boiadeiros, da novela América (Globo, 2005, autoria de Glória Perez), ambientada no interior de São Paulo; Boiporã (Ilha de)Não ficou explícito na trama se a fictícia Ilha de Boiporã pertencia a algum município, ou se era uma ilha/cidade autônoma. da novela Segundo Sol (Globo, 2018, autoria de João Emanuel Carneiro), ambientada ao largo da costa da Bahia; Bole Bole/Saramandaia, da novela Saramandaia (Globo, 1976, de autoria de Dias Gomes e remake de 2013, de autoria de Ricardo Linhares), ambientada na zona canavieira da Bahia, na 1ª versão, e no Nordeste, na 2ª versão, sem especificar, porém, o estado; Bom Jesus das Almas e Vargem da Cruz, da minissérie Memorial de Maria Moura (Globo, 1994, autoria de Jorge Furtado e Carlos Gerbase), ambientada no interior de Goiás;A trama original se desenrolava no sertão nordestino, mas para evitar a extensa repetição da caatinga como locação, o diretor artístico da minissérie optou por situar a história em um Brasil colonial, em Goiás. Bom Jesus do Rio Claro da 2ª VersãoNa 1ª Versão da novela, em 1977, a cidade fictícia do início da trama chamava-se Guariba (ou Guariba Grande), ambientada no interior de São Paulo. da novela O Astro (Globo, 2011, autoria de Alcides Nogueira e Geraldo Carneiro, baseada na obra original de Janete Clair), ambientada no interior do Paraná; Bom Retorno, da novela Coração Acelerado (Globo, 2016, autoria de Izabel de Oliveira e Maria Helena Nascimento), ambientada no interior do estado de Goiás; Brogodó, da novela Cordel Encantado (Globo, 2011, autoria de Duca Rachid e Thelma Guedes), ambientada no sertão nordestino, sem especificar, porém, o estado; Campobello, da novela Além do Tempo (Globo, 2015-16, autoria de Elizabeth Jhin), ambientada no interior do sul do Brasil; Campo Claro, da novela Totalmente Demais (Globo, 2015-16, autoria de Rosane Svartman e Paulo Halm), ambientada no interior do Rio de Janeiro; Campo Dourado, da novela Cinderela 77 (Tupi, 1977, autoria de Walther Negrão e Chico de Assis), ambientada no universo mágico dos contos de fadas, em uma versão moderna e livre do clássico conto do autor francês Charles Perrault; Canta Pedra, da novela Mar do Sertão (Globo, 2022-23, autoria de Mário Teixeira), ambientada no interior do Nordeste; Caramirim e Caraguaçu, da novela Três Irmãs (Globo, 2008-09, autoria de Antônio Calmon), ambientada no litoral do Rio de Janeiro; Cerro Bravo, da novela Jerônimo, o Heroi do SertãoEssa primeira versão, em verdade, não era uma novela propriamente dita, mas sim, possuía mais uma feição de seriado, onde eram apresentadas aventuras, cujos enredos se desenrolavam independentes um dos outros, com início, meio e fim próprios. A versão de 1984, embora tivesse sido concebida para ser exibida no mesmo formato do original, não teve a repercussão esperada, motivo pelo qual só foi apresentada – como novela – a primeira aventura, Laços de Sangue, que contou a origem do herói (Tupi, 1972-73, e no remake de 1984-85, do SBT, ambas de autoria de Moyses Weltman), ambientada no interior de São Paulo; Coroado, da novela Irmãos Coragem (Globo, 1970-71, autoria de Janete Clair, e remake de 1995, autoria de Dias Gomes), ambientada no interior de Goiás; Costa Rica, da novela Uga Uga (Globo, 2000-01, autoria de Carlos Lombardi), ambientada no interior do Mato Grosso do Sul; Deus Me Livre, da novela Pé na Jaca (Globo, 2006-07, autoria de Carlos Lombardi), ambientada no interior de São Paulo, perto de Piracicaba; Divinéia, da novela Fogo Sobre Terra (Globo, 1974-75, autoria de Janete Clair), ambientada no interior do Mato Grosso; Doce Horizonte, da novela Carinha de Anjo (SBT, 2016-18, adaptada por Leonor Corrêa, baseada no original Carita de ángel, de Nicandro Díaz e Abel Santa Cruz), ambientada no interior de São Paulo; Esperança, da novela Legião dos Esquecidos (Excelsior, 1968-69, autoria de Raimundo Lopes) ambientada em uma vila de garimpeiros no interior do Brasil, sem especificar o estado; Esperança, da novela Em Família (Globo, 2014, autoria de Manoel Carlos), ambientada no interior de Goiás; Esplendor, da novela Esplendor (Globo, 2000, autoria de Ana Maria Moretszohn) ambientada no sul do Brasil, nos anos 1950; Feira das Almas, da novela O Julgamento (Tupi, 1976-77, autoria de Renata Pallottini e Carlos Queiroz Telles), ambientada no interior de São Paulo; Florença, da minissérie Presença de Anita (Globo, 2001, autoria de Manoel Carlos), ambientada no interior de São Paulo; Girassol, da novela Estrela de Fogo (Record, 1998-99, autoria de Yves Dumont), ambientada no interior de São Paulo; Girassol, da novela Araguaia (Globo, 2010-11, autoria de Walther Negrão), ambientada na região do Rio Araguaia; Greenville, da novela A Indomada (Globo, 1997, autoria de Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares), ambientada no litoral de Pernambuco; Grotas do São Francisco da novela Velho Chico (Globo, 2016, autoria de Benedito Ruy Barbosa), ambientada no interior do nordeste brasileiro, algures às margens do Rio São Francisco; Guaianá, da novela O Espantalho (Record e TVS, 1977, autoria de Ivani Ribeiro), ambientada no litoral de São Paulo; Guará, da novela Cidadão Brasileiro (Record, 2006, autoria de Lauro César Muniz), ambientada no interior de São Paulo; Guariba (ou Guariba Grande) da 1ª VersãoNa 2ª Versão da novela, em 2011, a cidade fictícia do início da trama chamava-se Bom Jesus do Rio Claro, ambientada no interior do Paraná da novela O Astro (Globo, 1977-78, autoria de Janete Clair), ambientada no interior de São Paulo; Jatobá, da novela Mandacaru (Manchete, 1997-98, autoria de Carlos Alberto Ratton), ambientada no interior da Bahia; Judas do Norte, da novela Salve-se Quem Puder (Globo, 2020, autoria de Daniel Ortiz), ambientada no interior de São Paulo;