A insulina inalável é uma forma de tratamento recente, para a diabetes de tipo 1 e tipo 2, onde a insulina é administrada por inalação, após as refeicões.

História Foi aprovada pela FDA (Food and Drug Administration), em 27 de janeiro de 2006.

Em junho de 2006, a ANVISA (Agência Nacional da Vigilância Sanitária), aprovou através da resolução 1697 seu uso comercial no Brasil.

No ano de 1999 foi realizado o primeiro teste em um paciente diabético brasileiro, no Hospital Heliópolis, em São Paulo sob a observação do Dr. Freddy Goldberg.

Considerações gerais É apresenta da forma de pó, em blisters contendo 1 mg ou 3 mg cada. A paridade entre a dose do primeiro é de 3 insulinas injetáveis e do segundo é de aproximadamente 8.

Utiliza-se através de um inalador apropriado, que libera o pó para ser absorvido oralmente, atingindo os pulmões. É uma insulina de ação rápida, e deve ser usada para controlar os picos hiperglicêmicos que ocorrem após as refeições (glicemia pós-prandial).

Vantagens Menor agressão ao paciente. Ação mais rápida. Uso concomitante com insulina injetável.

Desvantagens Custo elevado. Não pode ser usado em fumantes. Gravidez. Asma moderada. Dificuldade no controle da dose, quando o paciente necessitar de pequenas quantidades para o controle de sua glicemia. Uso somente em adultos.

Nomes comerciais Exubera

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