O Palácio de Alvor-Pombal, também conhecido como Palácio das Janelas Verdes, situa-se na Rua das Janelas Verdes, em Lisboa, albergando atualmente o Museu Nacional de Arte Antiga.Ficha na base de dados SIPA
Encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1971.Ficha na base de dados da DGPC
História Foi construído nos finais do século XVII (1690) pelo Conde de Alvor D. Francisco de Távora, vice-Rei da Índia, junto ao Convento de Santo Alberto das Carmelitas Descalças.
Na sequência do caso dos Távoras o palácio foi confiscado aos seus herdeiros, tendo sido mais tarde adquirido por Matias Aires Ramos da Silva e em 1760 por Paulo de Carvalho, irmão de Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal de Pombal, tendo este em 1770 herdado o palácio do irmão.
Palácio de características seiscentistas, sofreu vários restauros e acrescentos mais nobres com influencias do rococó.
Após a morte da Princesa Maria Amélia em 1853, a Imperatriz Amélia de Leuchtenberg passou a residir no palácio juntamente com um pequeno séquito de amigos. Durante esse período o palácio foi marcado por uma semelhança monástica, e por vezes alguns ilustres visitantes apareciam por lá a fim de fazer companhia à Imperatriz Viúva.
Visitaram o palácio em 1865 a Princesa Imperial Isabel e seu marido Gastão de Orléans, Conde ďEu; em 1871 foi a vez dos Imperadores do Brasil Dom Pedro II e sua esposa Dona Teresa Cristina, e em final de 1872 a Rainha Viúva da Suécia, Josefina de Leuchtenberg se encontrou com a Imperatriz no palácio.
Amélia passou os últimos vinte anos de vida no palácio, e nele faleceu durante o sono na madrugada de 26 de janeiro de 1873.
Em 1884 foi neste palácio inaugurado o Museu Nacional de Bellas Artes e Arqueologia com a presença do Rei D. Luís, mais tarde em 1911 denominado Museu Nacional de Arte Antiga.Palácio de Alvor-PombalEdifício do Museu Nacional de Arte Antiga
Alvor