A Estátua do Farrapeiro localiza-se na freguesia do Dominguizo que pertence ao Município da Covilhã.
right|thumb|290px|Estátua do Farrapeiro, localiza-se na rotunda no sentido da entrada via Fundão
O Farrapeiro, também conhecido por trapeiro, era (é) uma pessoa que vendia e comprava farrapos (trapo de algodão ou linho), para vender às fábricas. Farrapo é um pedaço de tecido velho e sem utilidade. Sem utilidade, propriamente, não: o farrapo, os restos de tecidos, eram reaproveitados – foi uma das primeira formas de reciclagem.
Uma vila perto da Covilhã, no Dominguizo, onde vários homens faziam a sua vida negociando pelas aldeias em volta. Compravam trapos, farrapos, sucatas, peles enfim, tudo o que houvesse em desperdício. O destino dos farrapos eram à data as muitas fábricas de lanifícios da Covilhã para estas fabricarem mantas chamadas «mantas de orelos», mantas de trapos. left|thumb|290px|Estátua do Farrapeiro, localiza-se na rotunda no sentido da entrada via Fundão
O Farrapeiro cantava um pregão. O texto está fixado na chapa de cobre rebitada na estátua à entrada do Dominguizo. Nós achamos, de acordo com as nossas memórias, que o pregão era assim: «Há farrapos ou peles de coelho para vender?»
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