O cristianismo teve uma relação turbulenta com o judaísmo que por vezes envolvia antissemitismo. Apesar dos primeiros Cristãos serem Judeus, atitudes antijudaicas começaram a desenvolver-se antes do fim do primeiro século. Atitudes antissemitas desenvolveram-se e os primeiros anos do Cristianismo e persistiram durante séculos, guiados por vários factores incluindo diferenças teológicas, a evangelização cristã, entre outros.

Estas atitudes persistiram nos sermões, na arte cristã e nos ensinamentos populares de desprezo pelos judeus durante séculos. Em muitos países cristãos, isso levou a discriminação política e civil contra judeus, restrições legais, e por vezes a ataques físicos a judeus que em alguns casos levaram a emigração, expulsão, e mesmo com mortes.

O antissemitismo tem sido descrito primariamente como ódio contra judeus como etnia com a sua expressão moderna enraizada nas teorias raciais do século XIX, enquanto que antijudaísmo é descrito como hostilidade à religião judaica."After the evil: Christianity and Judaism in the shadow of the Holocaust", Richard Harries, p. 16, Oxford University Press, 2003

Século XXI No início do século XXI, as crenças antissemitas entre os cristãos ocidentais passaram por uma espécie de ressurgimento devido à ascensão da alt-right e de movimentos políticos correlatos. Um podcast popular, o Stone Choir, promove teorias antissemitas, incluindo a crença de que a língua hebraica é inerentemente demoníaca, a crença de que se deve evitar a leitura de traduções da Bíblia baseadas na versão hebraica — como a Vulgata Latina — e a crença de que se deve incentivar a leitura da Septuaginta grega. O podcast atende a uma subcultura composta principalmente por homens jovens, brancos e cristãos, apelidados de "TheoBros". Outros podcasts ligados aos TheoBros também promovem o antissemitismo.

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