José Egídio de Souza Aranha (pela grafia de origem, José Egydio de Souza Aranha) (Campinas, 19 de março de 1821 – Campinas, 24 de fevereiro de 1885), tenente coronel, fazendeiro, cafeicultor, proprietário de terras em Campinas, político, capitalista, tendo sido diretor da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, eleito em 1873. Grande benfeitor e um dos fundadores da Santa Casa de Misericórdia de Campinas. Declinou do título de terceiro barão de Campinas, que lhe foi oferecido por D. Pedro II. Era descendente de Dom Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, (1109-1185).

Foram seus pais, Francisco Egídio de Sousa Aranhapela grafia de origem: Francisco Egydio de Souza Aranha (Santos, 1778), que se casou com sua prima-irmã, Maria Luzia de Sousa Aranhapela grafia de origem: Maria Luzia de Souza Aranha (Ponta Grossa, Paraná, 1797 – Campinas, 6 de agosto de 1879), viscondessa de Campinas, proprietários do Engenho Fazenda Mato Dentro, recebido por herança de Joaquim Aranha Barreto de Camargo. Foi seu irmão-gêmeo, Joaquim Egídio de Sousa Aranha,pela grafia de origem: Joaquim Egydio de Souza Aranha Marquês de Três Rios (proprietário rural e político, eleito por diversas vezes deputado provincial por São Paulo, tendo ocupado a presidência da província de São Paulo por três períodos).

thumb|140px|Armas, as mesmas da Família Aranha

Casou-se em primeiras núpcias com Maria Luísa Pereira de Queiróspela grafia de origem: Maria Luiza Pereira de Queiroz natural de Jundiaí, São Paulo, falecida no ano de 1863, filha de José Pereira de Queiróspela grafia de origem: José Pereira de Queiroz e Escolástica Saturnina de Moraes Jordão (sua sobrinha), tendo sido suas filhas:

Luísa Eufrosina de Queirós Aranha, pela grafia de origem: Luiza Eufrosina de Queiroz Aranha que se casou com Antônio Carlos Pereira de Queirós. pela grafia de origem: Antônio Carlos Pereira de Queiroz Rosalina de Queirós Aranha. pela grafia de origem: Rosalina de Queiroz Aranha Laura de Queirós Aranha e Souza, pela grafia de origem: Laura de Queiroz Aranha que se casou com Elias Augusto do Amaral Souza, antigo comerciante em São Paulo, filho do capitão Bento José de Souza e de Teolinda do Amaral, sendo seus filhos: Edgard Egídio de Souzapela grafia de origem: Edgard Egydio de Souza (Edgard de Souza) (que se casou com sua prima Irma de Aguiar Souza), Durval Egídio de Souza pela grafia de origem: Durval Egydio de Souza (que se casou com Elise Rolland), Maria Laura de Souza Ricardo (casada com Gaspar Ricardo Júnior, diretor da Estrada de Ferro Sorocabana), Odilon Egídio de Souza. pela grafia de origem: Odilon Egydio de Souza Escolástica de Sousa Aranha, pela grafia de origem: Escolástica de Souza Aranha que se casou com Carlos Norberto de Sousa Aranha, pela grafia de origem: Carlos Norberto de Souza Aranha bacharel em direito, político, cafeicultor, tendo recebido o título de cavaleiro fidalgo da casa imperial, outorgado pelo Imperador D.Pedro II, e filho do então comendador Manuel Carlos Aranha (mais tarde Barão de Anhumas) e de sua primeira mulher, Ana Teresa de Souza Aranha. Josefina de Queirós Aranha, pela grafia de origem: Josefina de Queiroz Aranha que se casou com seu primo José Egídio de Sousa Aranha, pela grafia de origem: José Egydio de Souza Aranha filho de Pedro Egídio de Sousa Aranha. pela grafia de origem: Pedro Egydio de Souza Aranha

Casou-se em segundas núpcias em 1865, com sua cunhada Antonia Flora Pereira de Queirós, pela grafia de origem: Antonia Flora Pereira de Queiroz nascida em Jundiaí, em 2 de dezembro de 1831, e falecida em São Paulo, em 1926, tendo sido sua filha:

Maria Egídio de Souza Aranha pela grafia de origem: Maria Egydio de Souza Aranha (Campinas, 7 de outubro de 1866, - São Paulo, 17 de março de 1938) que se casou com seu primo-irmão José de Queirós Aranha pela grafia de origem: José de Queiroz Aranha (Campinas, 13 de dezembro de 1866 - São Paulo, 17 de setembro de 1943), jurista, cafeicultor, tendo recebido o título de cavaleiro fidalgo da casa imperial, outorgado pelo Imperador D.Pedro II, filho do comendador Manuel Carlos Aranha, Barão de Anhumas e de sua segunda mulher, Blandina Augusta de Queirós Aranha, pela grafia de origem: Blandina Augusta de Queiroz Aranha baronesa consorte de Anhumas.

Suas duas esposas eram irmãs de Blandina Augusta Pereira de Queirós (Jundiaí, 5 de abril de 1836 - São Paulo, 1928), que por seu casamento com Manuel Carlos Aranha, barão de Anhumas (Ponta Grossa, 1814 — São Paulo, 1894), passou a assinar Blandina Augusta de Queirós Aranha, e se tornou a baronesa consorte de Anhumas.

Falecido aos 63 anos, encontra-se sepultado juntamente com Antonia Flora de Queirós Aranha, em mausoléu do Cemitério da Consolação, em São Paulo.

BROTERO, Frederico de Barros – Queirozes - Monteiro de Barros (ramo Paulista), S.PAULO - 1937 SILVA LEME, Luís Gonzaga. Genealogia Paulistana PUPO, Celso Maria de Mello. Campinas, Município do Império. São Paulo. Editora Impoe, 1983

Ligações externas UNICAMP:Capitalistas de Campinas - 1873-1884 Companhia Mogiana de Estradas de Ferro

Categoria:Políticos do estado de São Paulo Categoria:Proprietários rurais do estado de São Paulo Categoria:Cafeicultores do Brasil Categoria:Pessoas do Brasil Imperial Categoria:Pessoas sepultadas no Cemitério da Consolação Categoria:Naturais de Campinas Categoria:Pessoas gêmeas Categoria:Filantropos do estado de São Paulo Categoria:Família Sousa Aranha