O Partido Geral dos Trabalhadores (PGT) foi um partido político brasileiro criado em 1995, por dirigentes da CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores). Inicialmente foi presidido por Francisco Canindé Pegado, mas não conseguiu resultados expressivos.

Em 2003, foi incorporado ao Partido Liberal juntamente com o Partido Social Trabalhista.

Seu símbolo era uma ferramenta estilizada num fundo verde e amarelo.

Desempenho do PGT em eleições Sua estreia eleitoral foi em 1996, não elegendo nenhum de seus candidatos. Em 1998, novamente fica sem eleger nenhum representante a cargos eletivos.

Nas eleições municipais de 2000, lança 14 candidatos a prefeito; em São Paulo, lançou seu presidente, Francisco Canindé Pegado, à prefeitura municipal, tendo José Lião como candidato a vice-prefeito. A chapa terminou na décima posição entre 15 candidatos, uma vez que Fernando Collor de Mello (PRTB) teve a candidatura impugnada no final da campanha. Elegeu ainda 26 vereadores (destes, 11 foram em São Paulo).

O melhor desempenho do partido foi em 2002, quando apoiou a candidatura de Anthony Garotinho à Presidência da República, e elegeu ainda seus dois únicos deputados estaduais, José Bittencourt (São Paulo) e Professor Lima (Maranhão). Foram ainda lançados 9 candidatos a governador (8 foram consideradas aptas, depois que Valdemir Medeiros retirou a candidatura no Pará), e a maior votação foi de Carlos Apolinário, lembrado por 703.858 eleitores. 11 candidaturas ao Senado Federal foram ainda registradas pelo PGT, mas nenhuma teve desempenho expressivo nas urnas - as candidaturas de Alba Célia (Goiás), Jefferson Tardin e Marcos Manso (Rio de Janeiro) foram indeferidas.

Geral dos Trabalhadores Categoria:1995 na política do Brasil Categoria:Partidos políticos extintos em 2003