Sophia de Mello Breyner Andresen é um filme português de curta-metragem, realizado em 1969 por João César Monteiro. Trata-se de um documentário sobre a obra poética da escritora Sophia de Mello Breyner Andresen.
recebeu o Prémio da Imprensa (1972), ou Prémio Bordalo, entregue pela Casa da Imprensa em 1973, na categoria "Cinema", partilhando o "Prémio de Curta Metragem" com A Chafarica de António Faria. Na ocasião também foram distinguidos o sonoplasta Alexandre Gonçalves, o director de fotografia Acácio de Almeida e o "Prémio de Longa Metragem" foi para O Passado e o Presente de Manoel de Oliveira.
Ficha técnica Título original: Sophia de Mello Breyner Andresen Realização: João César Monteiro Assistente de realização: Jorge Silva Melo Produção: Ricardo Malheiro País de origem: Portugal Roteiro: João César Monteiro Fotografia: Abel Escoto Som: Alexandre Gonçalves Edição: João César Monteiro Duração: 19 minutos Bitola: 35 mm Rodagem: 1969 Estreia: 31 de janeiro de 1972 (Cinema Apolo 70 Lisboa)
Sobre o filme Trata-se de uma experiência ímpar no chamado documentarismo do cinema novo português. O olhar reverente e contemplativo da poetisa é acompanhado pela atenção com que ouve a voz de Sophia a dizer a sua poesia.Jorge Leitão Ramos, 20 Anos de Cinema Português, Diário de Lisboa, 20-3-1982.O filme é, no final, dedicado à memória de Carl Theodor Dreyer.
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