A Imperatriz VermelhaA Imperatriz Vermelha no CinePlayers (Brasil)A Imperatriz Vermelha no SapoMag (Portugal) () é um filme estadunidense de 1934 dirigido por Josef von Sternberg sobre a vida de Catarina, a Grande, e estrelado por Marlene Dietrich.
Este foi a 6ª das 7 parcerias entre Dietrich e o diretor von Sternberg, e o clima de tragédia com ironia como manifestação do expressionismo e surrealismo não encontrou uma resposta favorável do público, o que redundou em fracasso de bilheteria: a obra era extremamente "modernista", muito além dos padrões de Hollywood.
Sinopse O filme começa com Sofia ainda menina, ouvindo de um serviçal as histórias de horror e torturas perpetradas pelo imperador Pedro o Grande, convidando-a para um futuro glorioso.
Sentindo-se impotente por haver se casado com um louco que a odeia, Catarina transforma a sexualidade numa arma política e trata de seduzir (literalmente) primeiro os militares, especialmente na pessoa do Tenente Dimitri a quem recompensa publicamente com uma condecoração por bravura.
Elenco Marlene Dietrich como princesa Sofia, futura imperatriz Catarina 2.ª John Davis Lodge como conde Alexey Razumovsky Sam Jaffe como grão-duque Pedro, futuro imperador Pedro 3.º Louise Dresser como imperatriz Elisabete Petrovna C. Aubrey Smith como Cristiano Augusto de Anhalt-Zerbst (pai de Catarina) Gavin Gordon como capitão Gregório Orlov Olive Tell como Joanna Elisabete de Holstein-Gottorp (mãe de Catarina) Ruthelma Stevens como Isabel Vorontsova, amante de Pedro 3.º Davison Clark como arquimandrita Simeão Todorsky / Arcebispo Erville Alderson como chanceler Alexei Bestuzhev-Ryumin Philip Sleeman como Jean Armand de Lestocq Marie Wells como Marie Tshoglokof Hans Heinrich von Twardowski como Ivan Shuvalov Gerald Fielding como oficial Dimitri Maria Riva como Sofia (criança)
Crítica Para Roger Ebert o diretor falou o mínimo desta obra quando afirmou que era "uma excursão implacável no estilo", pois o filme é todo ele mergulhado em "estilo" ao contar a história de Catarina a Grande com uma extravagância visual bizarra, onde combina uma sexualidade pouco natural com humor negro picante, como se o enredo tivesse sido produto de uma colaboração entre Mel Brooks com o Marquês de Sade.
A atmosfera segue um tom sombrio, hiper-realista, e a cena do casamento de Catarina com o imperador chega a ser sufocante, claustrofóbica.
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