Carl Jonas Love Almqvist (n. Estocolmo, Suécia, 28 de novembro de 1793 - m. Bremen, Alemanha, 26 de setembro de 1866) foi um escritor, professor, pastor e compositor sueco.
CJL Almqvist é autor de uma obra incluída no Cânone Cultural da Suécia (Sveriges kulturkanon), uma lista oficial de obras e realizações particularmente importantes para a herança cultural do país: Det går an – literalmente Isso "dá certo".
Biografia Ele estudou na Universidade de Uppsala e depois trabalhou como escriturário em Estocolmo. Em 1823, ele desistiu do cargo e, no outono do ano seguinte, mudou-se para Adolfsfors-Köla, no norte de Värmland, onde ele e alguns amigos, inspirados por Jean-Jacques Rousseau, pretendiam viver um idílio rural. Foi lá em 1824 que ele se casou com Anna Maria Andersdotter Lundström (1799-1868) e teve dois filhos. Em 1828, tornou-se professor na escola experimental Nya Elementar em Estocolmo, onde foi reitor de 1829 a 1841. Almqvist foi ordenado pastor em 1837, mas não conseguiu encontrar trabalho, e depois de publicar Det går an, em 1839, desistiu totalmente dessa carreira; sustentando-se trabalhando para vários jornais (incluindo Aftonbladet e Jönköpingsbladet).
Em junho de 1851, Almqvist fugiu da Suécia sob suspeita de fraude e tentativas de envenenamento contra um velho usurário chamado Johan Jacob von Scheven, a quem devia 18 000 riksdaler. Ele chegou aos Estados Unidos no final de agosto e viajou amplamente com o nome de Lewis Gustawi. Na Filadélfia, no terceiro aniversário de sua partida de Estocolmo, ele casou-se com a proprietária de uma casa de hospedegem de 69 anos, Emma Nugent. Em 1865, Almqvist tentou voltar para a Suécia, mas só foi até Bremen, onde morreu.
As sua ideias radicais entraram em conflito com a sociedade da época.No seu ensaio ”Om brottsliges behandling” (1821), Carl Jonas Almqvist defende que o criminoso é um doente que deve ser tratado e não castigado. E no seu pequeno romance ”Det går an” (1839), insurge-se contra o casamento e defende o direito da mulher à maioridade e ao trabalho.
Seus trabalho Ele escreveu muitos livros e poemas. Foi um escritor muito versátil e multi-facetado, com textos românticos e textos realistas, interessado pelo radicalismo social e pela mística religiosa. As sua ideias radicais entraram em conflito com a sociedade da épocaː
No seu ensaio ”Om brottsliges behandling” (1821), Carl Jonas Almqvist defende que o criminoso é um doente que deve ser tratado e não castigado; E no seu pequeno romance ”Det går an” (1839), insurge-se contra o casamento e defende o direito da mulher à maioridade e ao trabalho; Em seu romance Drottningens juvelsmycke, o personagem principal, Tintomara, não é nem homem nem mulher, e estimula homens e mulheres a se apaixonarem; E em seu romance Det går an, uma mulher vive com um homem sem ser casada com ele. Esses livros levaram a igreja e o estado a condená-lo e chamá-lo de revolucionário perigoso. No entanto, ele ainda manteve influência com seus escritos e é considerado um dos mais importantes reformadores sociais suecos do século XIX."Carl Jonas Love Almqvist (1793–1866)". bartleby.com."Carl Jonas Lovis (Love) Almquist". Svenskt biografiskt lexikon.
Algumas obras Törnrosens bok (1833–51), coletânea temática de novelas, dramas e ensaios Amorina (1822, rev. 1839), romance dramático Drottningens juvelsmycke (1834), romance Det går an (1839), romance Songes'' (1849), poemas
Ver também Literatura da Suécia Cânone Cultural da Suécia
Ligações externas
Categoria:Escritores da Suécia Categoria:Pastores da Suécia Categoria:Feministas da Suécia Categoria:Suecos do século XIX Categoria:Autores de obras da Herança Cultural da Suécia