O Tratado de Medina del Campo foi um tratado assinado em Medina del Campo em 30 outubro de 1431 entre o Reino de Castela e o Reino de Portugal para selar a paz após vários confrontos, incluindo a Batalha de Aljubarrota.

O tratado foi assinado pelos reis João I de Portugal e João II de Castela e foi ratificado em Almeirim, em janeiro de 1432.

A ratificação foi feita pelo Conselho e Desembargo Régio, com as assinaturas de D. Afonso, conde de Ourém e neto de D. João I, D. Álvaro de Abreu, bispo de Évora, D. Afonso, "sobrinho do rei", D. Fernando de Castro, governador da casa do Infante D. Henrique, Diogo Lopes de Sousa, mordomo mor, o infante D. Duarte (o futuro D. Duarte I), Pedro Gonçalves Malafaia, vedor da fazenda do rei, todos do conselho régio; e ainda pelo doutor Gil Martins, chanceler mor, Luís Gonçalves Malafaia, do conselho do Infante D. João, e os doutores Rui Fernandes da Silveira e Fernando Afonso da Silveira, do desembargo régio.

Contexto Político O controle do poder por Álvaro de Luna a partir de meados de 1429, e certamente a morte da princesa Beatriz de Portugal (filha de D. Fernando I de Portugal e da viúva de D. João I de Castela) ao remover o último obstáculo para a paz, estabeleceu as condições para a assinatura de um tratado de paz definitiva.

Marcou o fim de um longo período de confronto e estabeleceu as bases econômicas e políticas para um entendimento futuro. Durante vários anos, com base neste último acordo, as relações entre os dois reinos foram essencialmente amigáveis.

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