Ramón Corral Verdugo (Álamos, 10 de janeiro de 1854 – Paris, 10 de novembro de 1912) foi um político mexicano, vice-presidente do México durante a presidência de Porfirio Díaz, a partir 1904 até à deposição de ambos em 1911.

Juventude

Ramón Corral nasceu na Hacienda Las Mercedes (ponde o seu pai trabalhava),The American Review of Reviews. Vol. 42, No. 6, December, 1910, (Albert Shaw, Ed.), pp.730-731 próximo da cidade de Álamos (Sonora), no dia 10 de janeiro de 1854, filho de Fulgencio Fabián Corral Rochín e de María Francisca Almada y Verdugo.

Começou por ganhar notoriedade em 1872 como editor de dois jornais locais, “El Fantasma”, e “La Voz de Álamos,” ambos críticos do então governador-geral de Sonora Ignacio Pesqueira. Nos anos que se seguiram, Ramón Corral envolveu-se cada vez mais na política.

Casou com Amparo Escalante em 25 de fevereiro de 1888. Amparo Escalante era filha de Vicente Escalante um bem conhecido estadista mexicano da época.

Atividade política Corral era um dos Científicos embebidos na "política científica" positivista, funcionavam como parte do seu programa de modernização do início do século XX que aconselhavam o presidente Porfirio Díaz. Fii governador de Sonora entre 1895 e 1899, governador do Distrito Federal (México) em 1900 e Ministro do Interior em 1903. Foi eleito vice-presidente em 1904 e reeleito em 1910.

Últimos dias Díaz escolheu Corral como seu sucessor em 1911, mas Corral havia viajado a Paris para tratamentos médicos, pois havia-lhe sido diagnosticado um cancro do pâncreas. Após ter sido operado, descobriu-se que o cancro era incurável. Devido à sua saúde em deterioração e à crescente oposição revolucionária ao governo de Díaz, Ramón Corral apresentou a sua demissão a Francisco León de la Barra, ministro dos negócios estrangeiros de Porfirio Díaz, a qual Barra apenas aceitou quando Díaz renunciou em 25 de maio de 1911.O'Shaughnessy, Edith. (1920). Intimate pages of Mexican history. pp.101-102. Faleceria em Paris, em 12 de novembro de 1912.Ramon Corral Dead from The New York Times, 1912

Carta de renuncia A carta de renúncia de Corral não dava dúvidas de que ele tinha conhecimento prévio da intenção de Díaz de renunciar e que o curso dos acontecimentos levaria a um novo governo para o México:

Trabalhos selecionados

Breve Manifestación que la Diputación Permanente del Congreso del Estado, Hace al Pueblo. Ures, Sonora, México: Imprenta del Gobierno. 1878 El General Ignacio Pesqueira: Reseña Histórica del Estado de Sonora. Hermosillo, Sonora, Mexico: Imprenta del Estado. 1900 .El General Ignacio Pesqueira: reseña histórica del Estado de Sonora Uma biografia de Ignacio Pesqueira, governador de Sonora por 20 anos (1856-1876). Informe leido por el C. Ramón Corral vice gobernador constitucional de Sonora ante la legislatura del mismo estado. Hermosillo, Sonora, México: Gobierno del Estado. 1889. La Mayoría del Congreso del Estado, al Pueblo Sonorense. Hermosillo, Sonora, Mexico: Imprenta de Roberto Bernal. 1878 La cuestion de la harina. Coleccion de articulos y documentos publicados en "El Telegrafo". México: Tip. de V. Villada. 1881. Memoria de la administración pública del Estado de Sonora, presentada a la Legislatura del mismo por el Gobernador Ramón Corral. 2 vols. Guaymas, Sonora, México: Imprenta de E. Gaxiola. 1891 Memoria de la Secretaría de Gobernación : Que comprende de lo. de diciembre de 1904 a 30 de junio de 1906. México: Imprenta del Gobierno Federal. 1909 Obras históricas. Reseña histórica del Estado de Sonora, 1856-1877. Hermosillo, Sonora, México: Imprenta del Estado. 1900. Uma biografia de José María Leiva (Cajemé), o líder yaqui que Corral entrevistou pouco antes de Cajemé ser executado.

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