A dinastia arsácida (, Aršakiani, ou არშაკუნიანი, Aršakuniani), uma ramificação da dinastia epônima parta, governou o antigo Reino da Ibéria de cerca de 189 a 284, quando foram sucedidos pela dinastia cosroida.

História thumb|upright=1.15|Dracma de cunhado ca. 240-244

Uma vez que os arsácidas, personificados por , haviam consolidado seu domínio sobre o trono armênio, por volta de 180, eles se sentiram confortáveis para interferir com a Ibéria. De acordo com as crônicas medievais georgianas, o rei da Armênia, que o historiador armeno-georgiano Cyril Toumanoff identificou com Vologases II, ajudou os nobres rebeldes da Ibéria a depor seu cunhado, , o último dos farnabázidas, e substituiu Amazaspo por seu filho, , cujo reinado deu início à dinastia arsácida na Ibéria.

Ao mesmo tempo em que os arsácidas assumiram os tronos dos reis reinos caucasianos - Armênia, Ibéria e Albânia - a dinastia foi afastada, em 226, do poder em seu território de origem, dando lugar a uma dinastia mais poderosa e dinâmica, os sassânidas, que surgiram como novos mestres da Pérsia. Embora as crônicas georgianas posteriores documentem esta mudança de poder, o seu relato sobre o período está repleto de anacronismos e alusões semilendárias, e fornece poucos detalhes sobre os efeitos da ressurgência iraniana sobre a Ibéria arsácida. O pouco que se sabe do período vem das fontes clássicas, bem como das inscrições sassânidas.

Ao substituir o fraco reino parta por um Estado forte e centralizado, os sassânidas mudaram a orientação política da Ibéria pró-romana, e reduziu-a a um Estado tributário. colocou um vassalo seu, - possivelmente um rival (antirrei) de - no trono. Em 284, com a morte de , a linhagem arsácida ibérica foi interrompida, e os sassânidas aproveitaram-se de uma guerra civil no Império Romano para fortalecer seu candidato ao trono, , da dinastia cosroida.

Nome Reinado 189–216Vache 216–234 234–249 249–265 260–265 265–284

Bibliografia

Categoria:Dinastia arsácida da Ibéria