Cela 211 () é um filme franco-espanhol de 2009, dos gêneros ação, drama e suspense, dirigido por Daniel Monzón, com roteiro de Daniel Monzón e Jorge Guerricaechevarría baseado no romance homônimo do jornalista Francisco Pérez Gandul.

Celda 211 conquistou oito prêmios Goya, inclusive de melhor filme, melhor ator e melhor diretor.

Em 15 de setembro de 2010 o filme foi pré-selecionado para representar a Espanha nos prêmios Oscar, junto com Lope de Andrucha Waddington e También la lluvia de Icíar Bollaín. Ao final o último filme foi escolhido pela Academia de Cinema Espanhola como representante do país.

Sinopse Quando Juan Oliver (Alberto Ammann) é contratado como funcionário prisional, ocupa o seu posto de trabalho um dia antes para conhecer as instalações e ambiente da prisão. Um vez ali, e devido às más condições em que se encontra o velho edifício, recebe uma pancada na cabeça e fica inconsciente. Nesse mesmo instante, os presos iniciam um motim. Os colegas de Juan, sem saber o que fazer para salvar suas vidas, o abandonam na cela 211 e fogem. Quando acorda e entende o que está se passando ele decide fingir que é um preso e inventa uma história: está ali por ter cometido um assassinato de primeiro grau e precisa cumprir uma pena de dezenove anos. Um preso o apresenta para o líder dos revoltosos, Malamadre (Luis Tosar), que ver em Juan um bom aliado.

Em vingança pelo ocorrido, os policiais decidem contar ao Malamadre a verdade: Juan no é nenhum detento, mas sim um agente penitenciário que ficou preso no complexo. Mas nesta altura, esta revelação já não parece surpreender, pois a explosão de sentimentos e valores da situação faz aflorar o bem e o mal de cada personagem.

Elenco Luis Tosar ... Malamadre Alberto Ammann ... Juan Oliver Antonio Resines ... Utrilla Marta Etura ... Elena Vázquez Carlos Bardem ... Apache Manuel Morón ... Ernesto Almansa Luis Zahera ... Releches Vicente Romero ... Tachuela Fernando Soto ... Armando Nieto Félix Cubero ... Germán Manolo Solo Jesús Carroza Xavier Estévez ... Jefe Geos Juan Carlos Mangas ... Calígula Ricardo de Barreiro ... Julián

Recepção Crítica O filme foi recebido positivamente pela crítica, o site Sensacine reuniu um total de cinco críticas espanholas sobre ele, recebendo uma note média de 3,4 de 5. Por sua vez, o site Rotten Tomatoes reuniu um total de trinta críticas estadunidense sobre o filme, sendo 98% (29) positivas e recebendo um nota média de 7,5 de 10.

Bilheteria O filme alcançou o primeiro lugar em seu final de semana de estreia na Espanha, desbancando outro sucesso do cinema espanhol Ágora, de Alejandro Amenábar, que estava a quatro semanas no topo da lista. Conseguiu em sua estreia, entre os dias 6 e 8 de novembro, € 1.391.838 e 221.212 espectadores em 220 salas.

Desde sua estreia, em 6 de novembro de 2009, conseguiu arrecadar nos cinema espanhol em torno de € 12.876.475, atraindo mais de dois milhões de espectadores à salas de cinema (até março de 2010).

Prêmios e indicações Premios Goya 2010

Categoria Recipiente Resultado Melhor filme Melhor diretor Daniel Monzón Melhor ator Luis Tosar Melhor ator coadjuvante Carlos BardemAntonio Resines Melhor atriz coadjuvante Marta Etura Melhor ator revelação Alberto Ammann Melhor roteiro adaptado Daniel MonzónJorge Guerricaechevarría Melhor trilha sonora Roque Baños Melhor fotografia Carles Gusi Melhor montagem Mapa Pastor Melhor direção de arte Antón Laguna Melhor direção de produção Alicia Tellería Melhor maquiagem Raquel FidalgoInés Rodríguez Melhor som Sergio BurmannJaime FernándezCarlos Faruolo Melhor efeitos especiais Raúl RomanillosGuillermo Orbé

Categoria:Filmes de drama de ação da década de 2000 Categoria:Filmes com trilha sonora de Roque Baños Categoria:Filmes da França de 2009 Categoria:Filmes de drama de ação da Espanha Categoria:Filmes de drama de ação da França Categoria:Filmes de suspense da Espanha Categoria:Filmes de suspense da França Categoria:Filmes da Espanha de 2009 Categoria:Filmes de suspense da década de 2000 Categoria:Filmes ambientados em prisões