Na mitologia nórdica, Máni, é o deus da Lua, irmão da deusa Sól, filhos de Mundilfari e Glaur.

Máni era seguido pelos céus pelos irmãos Hjúki e Bil; juntos representam as três fases da lua. Era constantemente perseguido pelo lobo Hati e a sua irmã por Skoll. O seu destino no Ragnarök é ser devorado por Hati.

A sua existência é atestada nas fontes antigas, no Völuspá, da Edda poética, e também no Skáldskaparmál, Edda em prosa, em que Sol é mencionada no capítulo 26 como "irmã de Máni", e no capítulo 56 são dados nomes à Lua: "crescente", "minguante", "contadora de anos", "brilhante", "crepúsculo", "reluzente", entre outros.

Na astronomia 307261 Máni, um objeto transnetuniano descoberto por Chad Trujillo (Observatório Gemini), Michael Brown (Caltech) em 18 de junho de 2002, recebeu o nome dele.

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