thumb|400px thumb|Pode produzir-se luz oxídrica caseira com hidróxido de cálcio aquecido no queimador do fogão. Não é tão brilhante quanto uma luz de ribalta verdadeira.
Luz oxídrica (também conhecida como luz de Drummond) James R. Smith (2004) San Francisco's Lost Landmarks , Quill Driver Books é um tipo de iluminação de palco usada antigamente nos teatros e salas de música. Produz-se uma iluminação intensa quando uma chama de oxi-hidrogénio é dirigida contra um cilindro de cal viva (óxido de cálcio), , que pode ser aquecido a 2572 °C antes de se fundir. A luz produz-se pela combinação de incandescência e candoluminescência.
História Este efeito foi descoberto na década de 1820 por Goldsworthy Gurney, Limelight - Leeds University, accessed 18 July 2008 a partir do seu trabalho com o "maçarico de oxi-hidrogénio", embora o crédito Seja normalmente atribuído a Robert Hare. Em 1825, um engenheiro escocês, Thomas Drummond (1797-1840), assistiu a uma demonstração do efeito por Michael Faraday e percebeu que a luz seria útil para levantamentos topográficos. Drummond construiu uma versão funcional em 1826, e o dispositivo ficou conhecido por Luz Drummond .
A luz oxídrica foi usada pela primeira vez em público no Teatro de Covent Garden em Londres, em 1837 e teve uso generalizado nos teatros de todo o mundo na década de 1860 e 1870. Estas luzes eram utilizadas para realçar os solistas da mesma maneira que os modernos projetores e ficaram conhecidas em Inglaterra por "Limelight" (luzes da ribalta). A luz oxídrica foi substituída pela iluminação de arco elétrico no final do século XIX.
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