Licurgo, filho de Pronax, foi, na mitologia grega, um dos Epígonos.

Licurgo pertencia à família real de Argos: seu pai era Pronax,Pausânias, Descrição da Grécia, 3.18.12 [em linha]Pseudo-Apolodoro, Biblioteca, 1.9.13 [em linha] filho de Talau e Lisímaca, a filha de Abas, filho de Melampo. A irmã de Licurgo, Amphitea, se casou com o próprio tio paterno, Adrasto.

Licurgo foi representado, no trono de Amiclea, quase lutando contra Anfiarau, que era bisneto de MelampoHomero, Odisseia, Livro XV, 238-255 [em linha] e era casado com Erífila, filha de Talau e Lisímaca.Pseudo-Apolodoro, Biblioteca, 1.9.12 A briga é apartada por Adrasto e Tideu, genro de Adrasto.Pseudo-Apolodoro, Biblioteca, 1.8.5 De acordo com alguns autores modernos, Pausânias poderia ter errado na identificação de Licurgo, que seria, não o filho de Pronax, mas Licurgo, rei da Nemeia, cujo filho Ofeltes morreu picado por uma cobra quando sua babá o largou para mostrar aos argivos da expedição dos Sete contra Tebas onde havia uma fonte de água.Pseudo-Apolodoro, Biblioteca, 3.6.4

De acordo com J. G. Frazer, tradutor de Pseudo-Apolodoro, com base em uma conjectura de Heyne e em uma passagem de Sexto Empírico, Licurgo morreu na luta dos Epígonos, lutando em Tebas, e foi ressuscitado por Esculápio.J. G. Frazer, Notes on Book 3 of the Library of Apollodorus, 181 [em linha] A passagem de Apolodoro, com base em Erífila, de Estesícoro, diz que Esculápio havia ressuscitado Capaneu e Licurgo.Estesícoro, Erífila, citado por Pseudo-Apolodoro, Biblioteca, 3.10.3 [em linha]

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