Ashley Madison é uma rede social de namoro on-line, voltado principalmente para pessoas que já estão em um relacionamento e foi lançado em 2001. O nome do site foi criado a partir de dois populares nomes femininos nos EUA: "Ashley" e "Madison". Seu slogan é "Life is short. Have an affair" (A vida é curta. Curta um caso).
Membros Ashley Madison tem sua sede localizada no Canadá; são mais de 31 milhões de membros espalhados em 45 países por todo o mundo: Localização Países América do Norte Canadá, EUA, México Europa Reino Unido, Irlanda, Alemanha, Áustria, Suíça, Espanha, Dinamarca, Itália, Países Baixos, França, Bélgica, Portugal, Grécia, Suécia, Finlândia, Noruega Oceania Austrália, Nova Zelândia África África do Sul Ásia Hong Kong, Israel, Japão A empresa anunciou planos para lançar-se em Singapura, em 2014. No entanto, a Autoridade de Desenvolvimento de Mídia de Singapura (ou Singapore's Media Development Authority ou MDA) anunciou que não permitiria que a Ashley Madison operasse naquele pais, por entender que a rede promove o adultério e assim desconsidera os valores básicos da família.
Em resposta à proibição em Singapura, Noel Biderman, CEO da Ashley Madson, disse que as proibições vão sempre sair pela culatra. "Acho que isso [a proibição] é uma anomalia. Tivemos sucesso no Japão e Hong Kong. Teremos sucesso em Taiwan e na Coreia. Nós vamos encontrar uma maneira de trazer isso para o Filipinas e Tailândia. E eu realmente acredito que a Ashley Madison estará disponível para qualquer pessoa em Singapura que queira acessá-la. Eu realmente acredito nisso", afirmou.
Anúncios A Ashley Madison anuncia com comerciais de TV, rádio e outdoors.
Em 2009, a rede de televisão americana NBC proibiu um anúncio da Ashley Madison de aparecer no Super Bowl XLIII, um campeonato de Futebol Americano. Biderman, CEO da empresa, descreveu a proibição como sendo "ridícula".
Em dezembro de 2009, Ashley Madison tentou comprar publicidades em trens e ônibus da empresa canadense Toronto Transit Commission, pelo valor de C$ 200.000. O plano foi rejeitado depois de cinco dos seis membros da comissão votaram contra. Se aprovado, 10 bondes da empresa teriam neles escritos o slogan da Ashley Madison: "A Vida é Curta. Curta um Caso". Após o acordo ser rejeitado, Biderman se ofereceu para subsidiar os preços dos bilhetes por 25 centavos, se o negócio fosse aceito. Isso teria reduzido a taxa do transporte para C$ 2,50.
Críticas Trish McDermott, um consultor que ajudou a fundar o site Match.com, acusa a Ashley Madison de ser um "negócio constituído de corações partidos, casamentos arruinados e famílias danificadas". Biderman respondeu declarando que o site é "apenas uma plataforma" e que um site ou uma propaganda não vai convencer ninguém a cometer adultério.
Em 2012 uma ex-funcionária brasileira da Ashley Madison processou o site, alegando ter criado mil perfis falsos de mulheres brasileiras para a versão nacional do site. Segundo ela, tal trabalho causou Lesão por Esforço Repetitivo. Modelo de negócios Ao contrário do Match.com ou do eHarmony, o modelo de negócios da Ashley Madison é baseado em créditos ao invés de assinaturas mensais. Para uma conversa entre dois membros, um dos membros deverá pagar cinco créditos para iniciar a conversa. Qualquer acompanhamento de mensagens entre os dois membros são livres após a comunicação ser iniciada. Ashley Madison também tem um recurso de bate-papo em tempo real. Os créditos são utilizados para pagar por um determinado tempo de colocação no bate-papo.
O site também cobra dinheiro para excluir contas, embora possam ser ocultas gratuitamente. O site foi invadido em 2015 para fins de exposição de contas, aparecendo vários emails que se suspeitam ser de pessoas famosas.Sobre os dados vazados do Ashley Madison
Ver também Match.com
Ligações externas
Tumblr do Ashley Madison Brasil
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