Máximo II de Constantinopla foi o patriarca grego ortodoxo de Constantinopla entre junho e dezembro de .

Vida e obras Máximo havia sido antes o abade do mosteiro dos Akoimetoi e era o confessor do imperador de Niceia Teodoro I Láscaris antes de se tornar patriarca. Jorge Acropolita e Nicéforo Calisto Xantópulo fazem um relato bastante crítico sobre Máximo, sugerindo que ele era "iliterato"Xanthopoulos (PG CXLVII 465b) e que a única razão para ele ter sido feito patriarca teriam sido as suas intrigas entre as mulheres da corte. Acropolita diz que "ele cortejava os aposentos das mulheres e era, por sua vez, cortejado por eles; pois não há outro motivo para ele ter sido elevado à tamanha eminência"Jorge Acropolita (Ruth Macrides, ed). The History. Oxford: University Press, 2007. Pp. 159-161..

Máximo foi patriarca no exílio em Niceia e concorria com o patriarca latino de Constantinopla. Ele morreu depois de apenas seis meses na função.

Ver também

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