direita|250px|thumb|Bandeira do ministro da Marinha. Esta é uma lista de ministros da Marinha de Portugal, entre o início do Governo de D. Miguel a 26 de fevereiro de 1828 e a extinção da pasta após a revolução de 25 de abril de 1974. A lista cobre o Miguelismo (1828-1834), a Monarquia Constitucional (1830–1910), a Primeira República (1910–1926), o período ditatorial, englobando Ditadura Militar, Ditadura Nacional e Estado Novo (1926–1974), e o atual período democrático (1974–atualidade).
Designação Entre 1828 e 1974, o cargo teve as seguintes designações: Ministro e secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Domínios Ultramarinos, sendo usuais as designações ministro e secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar ou, mais tarde, apenas ministro dos Negócios da Marinha e Ultramar ou apenas ministro da Marinha e Ultramar — designação usada entre 26 de fevereiro de 1828 e 5 de outubro de 1910; Ministro da Marinha e Colónias — designação usada entre 5 de outubro de 1910 e 4 de setembro de 1911; Ministro da Marinha — designação usada entre 4 de setembro de 1911 e 15 de maio de 1918; Secretário de Estado da Marinha — designação usada entre 15 de maio de 1918 e 16 de dezembro de 1918; Ministro da Marinha — designação novamente usada entre 16 de dezembro de 1918 e 25 de abril de 1974.
A pasta das Colónias foi separada deste ministério a 4 de setembro de 1911. Para uma lista de ministros com a pasta das colónias/províncias ultramarinas, ver: ''Lista de ministros das Colónias e do Ultramar de Portugal.
Numeração Para efeitos de contagem, regra geral, não contam os ministros interinos em substituição de um ministro vivo e em funções. Já nos casos em que o cargo tenha sido ocupado interinamente, mas não tenha havido um ministro efetivamente em funções, o ministro interino conta para a numeração. Os casos em que o ministro não tenha chegado a tomar posse não são contabilizados. Os períodos em que o cargo foi ocupado por órgãos coletivos também não contam na numeração desta lista.
São contabilizados os períodos em que o ministro esteve no cargo ininterruptamente, não contando se ele tiver servido mais do que um mandato, e não contando ministros provisórios durante os respetivos mandatos. Ministros que tenham servido em períodos distintos são, obviamente, distinguidos numericamente. O caso de Silvério da Rocha e Cunha, cujo mandato foi interrompido pelo do não empossado Tito Augusto de Morais, tendo sido reconduzido no cargo no próprio dia, conta apenas como uma passagem pelo ministério.
A contagem dos ministros do Miguelismo é feita separadamente devido à coexistência com os ministros da Regência na Ilha Terceira.
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