Na Lógica e Matemática, a Lógica bicondicional (também conhecida como bicondicional material) é o Conectivo lógico de duas proposições afirmando "p se e somente se q", onde q é uma Hipótese (ou antecedente) e p é um conclusão (ou consequente).Handbook of Logic, page 81 Isso é frequentemente abreviado p sse q. O operador é denotado usando uma seta de dupla implicação (↔), a prefixed E (Epq), um sinal de igualdade (=),um sinal de equivalência (≡), ou EQV. Isso é logicamente equivalente a (p → q) ∧ (q → p), ou o XNOR (nor exclusivo) operador da Álgebra_booleana.Isto é equivalente a "(não p ou q) e (não q ou p)". Também é logicamente equivalente a "(p e q) ou (não p e não q)",significando "os dois ou nenhum". A única diferença paraCondicional_material é o caso no qual a hipótese é falsa mas a conclusão é verdadeira. Neste caso, na condicional, o resultado é verdadeiro, contudo, na bicondicional o resultado é falso. Na interpretação conceitual, a = b significa "Todos os a 's são b 's e todos os b 's são a 's"; Em outras palavras, os conjuntos a e b coincidem: eles são idênticos. Isso não significa que todos os conceitos têm o mesmo significado. Exemplos: "triângulo" e "trilateral", "triângulo equiangular" e "triângulo equilátero". O antecedente é o "sujeito" e o consequente é o e predicado de uma afirmativa/ Proposição universal.

Na interpretação proposicional, a ⇔ b significa que a implica b e b implica a; em outras palavras, que as proposições são equivalentes, o que é dizer, ambas são verdadeiras ou falsas ao mesmo tempo. Isso não significa que elas tem o mesmo significado. Exemplo: "O triângulo ABC tem dois lados iguais", e "O triângulo ABC tem 2 ângulos iguais". O antecedente é a premissa ou a causa e o consequente é a consequência. Quando uma implicação é traduzida por um julgamento hipotético (ou condicional) O antecedente é chamado de "hipótese (ou de condição) e o consequente é chamado de tese.

Uma forma comum de se demonstrar um bicondicional é usar sua equivalência para a conjunção de duas condicionais ,em que há uma troca entre a hipótese e a conclusão, as demonstrando separadamente.

Quando ambos os membros da bicondicional são proposições, ela pode ser dividida em duas condicionais, na qual uma é chamada de teoremae a outra é sua recíproca.Assim, sempre que um teorema e sua recíproca são verdadeiros, temos um bicondicional. Um simples teorema dá origem a uma implicação cujo antecedente é a hipótese e cujo consequente é a tese do teorema. condição suficiente da tese, e a tese a condição necessária da hipótese; isto é, é suficiente que a hipótese seja verdadeira para a tese de ser verdadeira também; embora seja necessário que a tese seja verdadeira para a hipótese de ser verdade também. Quando um teorema e sua recíproca são verdadeiros, dizemos que a sua hipótese é a condição necessária e suficiente da tese, ou seja, que é ao mesmo tempo, tanto a causa como consequência. Muitas vezes é dito que a hipótese é a condição suficiente da tese, e a tese a condição necessária da hipótese; isto é, é suficiente que a hipótese seja verdadeira para a tese de ser verdadeira também; embora seja necessário que a tese seja verdadeira para a hipótese de ser verdade também. Quando um teorema e sua recíproca são verdadeiros, dizemos que a sua hipótese é a condição necessária e suficiente da tese, ou seja, que é ao mesmo tempo, tanto a causa como consequência.

Definição

Igualdade lógica (Também conhecida como bicondicional) é uma operação em dois valores verdade, tipicamente, o valor de duas proposições, que produzem o valor verdadeirose e somente se ambos os operandos são falsos ou ambos os operandos são verdadeiros. Tabela verdade A tabela verdade para (também escritos como A ≡ B, A = B, or A EQ B) como a seguir:

INPUT OUTPUT A B A B0 0 10 1 01 0 01 1 1

Mais de duas proposições combinadas por são ambíguas:

pode estar significando ,

Ou pode ser usado para dizer que todos os são todos verdadeiros ou todos falsos:

Só para o zero ou para dois argumentos isso é o mesmo.

As próximas tabelas verdades mostram o mesmo padrão apenas na linha com nenhum argumento e nas linhas com dois argumentos:

thumb|left|220px|concebido como equivalente aO diagrama de Venn central abaixo,e a linha (ABC  ) nesta matrizrepresentam a mesma operação.

thumb|right|220px| concebido como uma simplificação para O diagrama de bem exatamente abaixo,e a linha (ABC  )nesta matrizrepresentam a mesma operação.

The left Venn diagram below, and the lines (AB    ) in these matrices represent the same operation.

Diagramas de Venn As áreas vermelhas representam verdadeiro (como em 40px para Disjunção_lógica|e).

220px A bicondicional de duas proposições é a Negação da ou exclusivo:40px 40px 220px O bicondicional e o ou exclusivo de três proposiçõesdá o mesmo resultado:

40px 40px

40px 40px 40px 220px Mas pode também ser usado como uma abreviação para

40px 40px 40px

Propriedades Comutatividade: sim         50px        50px

Associatividade: sim         50px50px        50px        50px50px

Distributividade: Bicondicionais dão distribuem entre nenhuma função binária (nem a si mesmo), Mas a disjunção lógica (veja aqui)se distribui sobre bicondicionais.

Função_monótona: não                 36px36px        36px        36px

monotonicity: no         50px        50px        50px50px

verdade preservada: sim Quando todas as entradas são verdadeiras, a saída é verdadeira.         50px        60px

falsidade de preservação: não Quando todos as entradas são falsas, a saída não é falsa.         60px        50px

Walsh spectrum: (2,0,0,2)

Nãolinearidade: 0 (a função é linear)

Regras de inferência Como todos os conectivos em lógica de primeira ordem, a bicondicional tem regras de inferência que governam seu uso em provas formais. introdução bicondicional Introdução_Bicondicional permite inferir que, se B se segue a partir de A, e A Decorre B, então A Se_e_somente_se B. Por exemplo, a partir das declarações "se eu estou respirando, então eu estou vivo" e "se eu estou vivo, então eu estou respirando", pode-se inferir que "eu estou respirando, se e somente se eu estiver vivo "ou, igualmente inferível:" Eu estou vivo, se e somente se eu estou respirando. " B → A    A → B    ∴ A ↔ B

B → A    A → B    ∴ B ↔ A

Eliminação da bicondicional Eliminação Biconditional permite inferir uma a condicional de um bicondicional: if (A ↔ B) é verdadeira, então pode-se inferir um sentido da bicondicional, (A → B) e (B → A).

Por exemplo, se é verdade que eu estou respirando, se e somente se, eu estou vivo, então é verdade que se eu estou respirando, eu estou vivo, do mesmo modo, é verdade que se eu estou vivo, eu estou respirando . formalmente: ( A ↔ B )   ∴ ( A → B )

também

( A ↔ B )   ∴ ( B → A )

Uso coloquial

Uma maneira inequívoca de afirmar uma bicondicional em português é da forma "b se um e se b". Outra é "a se e somente se b". Um pouco mais formal, pode-se dizer "b implica a e a implica b". Em português "se" pode às vezes ser usado como um bicondicional. É preciso pesar contexto fortemente.

Por exemplo, "eu vou te comprar uma nova carteira, se você precisa de uma" pode ser entendida como uma bicondicional, uma vez que o orador não tem a intenção de um resultado válido para estar comprando a carteira ou não a carteira é necessário (como em uma condicional). No entanto, "está nublado, se está chovendo" não é concebida como um bicondicional, uma vez que pode ser nublado, enquanto não chover. Ver também

Se e somente se Equivalência lógica Igualdade lógica Porta XOr Introdução BiCondicional

Notas

References Brennan, Joseph G. Handbook of Logic, 2nd Edition. Harper & Row. 1961

Categoria:Lógica