thumb|direita|300px|"Parábola dos Talentos", por A.N. Mironov.
Mateus 25 é o vigésimo quinto capítulo do Evangelho segundo Mateus, no Novo Testamento da Bíblia. Nele, é encerrada a narrativa sobre o ministério de Jesus em Jerusalém, imediatamente antes do início da Paixão.
Parábola das Dez Virgens
thumb|direita|300px|"Parábola das Dez Virgens", uma das mais populares de todo o Novo Testamento, exclusiva do Evangelho de Mateus. 1826. Por William Blake, atualmente no Tate Museum, Londres. O capítulo começa com uma das mais conhecidas parábolas de Jesus, mesmo aparecendo apenas em . Segundo Mateus, cinco virgens que estão preparadas para a chegada do noivo são recompensadas enquanto que as cinco que não estão são excluídas de seu banquete de casamento. A parábola tem um tema claramente escatológico: estar preparado para o Juízo FinalJohn Barton, The Oxford Bible Commentary, Oxford University Press, 2001, ISBN 0198755007, p. 878..
Parábola dos Talentos
Esta parábola, conhecida também como "Parábola das Minas", aparece em (onde se usa o termo "talentos") e em Lucas 19 (), usando o termo "minas"). A diferença entre as duas é substancialArland J. Hultgren, The Parables of Jesus: A Commentary, Eerdmans Publishing, 2002, ISBN 080286077X, pp. 271-281. . Tradicionalmente, ela tem sido vista como uma exortação aos discípulos a usar seus dons dados por Deus a serviço de Deus e a assumir riscos pela causa do Reino de Deus. Estes dons incluem habilidades pessoais ("talentos" no sentido usual), bem como a riqueza pessoal ("talentos" como unidade monetária)Arland J. Hultgren, The Parables of Jesus: A Commentary, Eerdmans Publishing, 2002, ISBN 080286077X, pp. 271-281. . A não utilização dos talentos, a parábola sugere, irá resultar em julgamento.
Julgamento das Nações
O capítulo termina com um discurso feito por Jesus que, às vezes, é caracterizado como uma parábola, embora seja diferente da maioria delas por não ter o objetivo de contar uma história de eventos acontecendo com outros personagens. Este evento aparece apenas em .
Geralmente interpreta-se que ele trata do Juízo Final e a divisão das pessoas em todo o mundo entre os bem-aventurados, que serão acolhidos pelo Pai, e os malditos, que serão expulsos. A divisão é inteiramente baseada em atos de bondade e misericórdia feitos pelas pessoas em prol dos menos afortunados. Jesus identifica essa bondade como bondade para consigo.
Manuscritos Papiro 73 - versículo 25:43.
Ver também
Ligações externas
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