é um dos três tipos de peste, doença causada pela bactéria Yersinia pestis. Este tipo se caracteriza pela infecção da bactéria nos pulmões. Os sintomas mais comuns são febre, dor de cabeça, falta de ar, dor no peito e tosse. Os sintomas começam-se a manifestar geralmente de três a sete dias após exposição à bactéria.
A forma pneumónica pode ocorrer a seguir a uma infeção por peste bubónica ou septicémica. Pode também ser o resultado de inspirar gotículas produzidas no trato respiratório de outra pessoa ou gato infetados com peste pneumónica. A diferença entre as várias formas de peste é o local de infeção; na peste pneumónica a infeção afeta os pulmões, enquanto na peste bubónica afeta os gânglios linfáticos e na peste septicémica o sangue. O diagnóstico é realizado com análises ao sangue, ao escarro ou líquido dos gânglios linfáticos.
Embora haja vacinas em desenvolvimento, na maior parte dos países ainda não estão disponíveis no mercado. A prevenção consiste em evitar o contacto com roedores, pessoas ou gatos infetados. É recomendado que as pessoas infetadas sejam colocadas em isolamento. O tratamento de peste penumónica é feito com antibióticos.
A peste está presente em roedores em África, na América e na Ásia. A peste pneumónica é mais grave e menos comum do que a peste bubónica. Em 2013 foram registados em todo o mundo 783 casos de todos os tipos de peste. Quando não é tratada, a peste pneumónica é quase sempre fatal. Alguns estudos levantam a hipótese de ter sido a forma pneumónica a principal responsável pela pandemia de Peste negra que foi responsável por 50 milhões de mortes no .
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