Zaza é um filme estadunidense de 1939, do gênero drama romântico, dirigido por George Cukor, e estrelado por Claudette Colbert e Herbert Marshall. O roteiro de Zoë Akins e Jules Furthman foi baseado na peça teatral homônima de 1899, de Pierre Berton e Charles Simon.
Em 1915, a peça teatral já havia sido transformada em um filme homônimo, dirigido por Edwin S. Porter e Hugh Ford, e estrelado por Pauline Frederick. Em 1923, a história foi adaptada novamente, dirigida por Allan Dwan, e estrelada por Gloria Swanson.
Sinopse Zaza (Claudette Colbert), uma deslumbrante artista de cabaré parisiense, entrega-se ao encanto de Dufresne (Herbert Marshall), um homem rico, mas desonesto. Determinada a abandonar sua carreira em busca de uma nova vida ao lado dele, Zaza se depara com a desconcertante revelação de que ele já é casado.
Elenco Claudette Colbert como Zaza Herbert Marshall como Dufresne Bert Lahr como Cascart Helen Westley como Anais Constance Collier como Nathalie Genevieve Tobin como Florianne Walter Catlett como Marlardot Ann E. Todd como Toto Rex O'Malley como Bussy Ernest Cossart como Marchand Rex Evans como Michelin Robert Fischer como Pierre Janet Waldo como Simone Dorothy Tree como Madame Dufresne Duncan Renaldo como Treinador de Animais
Produção Originalmente, Isa Miranda era a atriz escalada como a protagonista, mas, três dias após o início das filmagens, foi substituída por Claudette Colbert. Embora a explicação oficial para sua saída mencionasse problemas de saúde, a verdadeira razão foi sua reputação de ser "mal-educada e extremamente temperamental", muito atribuída após um colapso mental durante as gravações.
Recepção Frank Nugent, em sua crítica para o The New York Times, escreveu: "Claudette Colbert, Herbert Marshall e os outros membros do elenco de Zaza foram grosseiros o suficiente ontem para perturbar a conversa, as palmas e as batidas rítmicas dos pés de uma plateia impaciente para que a orquestra de Benny Goodman voltasse ao palco da Paramount. Eles pagaram pelo atrevimento. Suas falas foram abafadas pelo barulho. Foram submetidos às brincadeiras pseudo-cômicas dos estudantes na plateia. Suas cenas principais foram recebidas com cantos de: 'Queremos Benny, queremos Benny!' O filme deles foi praticamente expulso da tela. Foi totalmente impossível, nessas circunstâncias, formar qualquer opinião sobre o filme – exceto a opinião de que claramente faltavam encantos para acalmar os fãs da música de Goodman".
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