La Belle et la Bête () é um filme franco-alemão de romance e fantasia baseado no conto de fada tradicional homónimo de Gabrielle-Suzanne Barbot de Villeneuve. Escrito por Christophe Gans e Sandra Vo-Anh e dirigido por Christophe Gans, o filme estrelou Léa Seydoux como Bela e Vincent Cassel como Fera.

O filme foi lançado na França em 12 de fevereiro de 2014 e exibido no 64º Festival de Berlim em 14 de fevereiro e no Brasil em 25 de setembro do mesmo ano. Foi nomeado para a categoria Prémio do Público no Prémios do Cinema Europeu de 2014. Também foi nomeado três vezes no 40º Prémios César, ganhando na categoria Melhor Design de Produção por Thierry Flamand.

Sinopse Na França, no ano de 1810, um rico mercador se encontra em ruínas após a perda de seu comércio por causa do naufrágio de seus navios. Então muda-se para outro país com seus seis filhos, sendo três homens e, três mulheres, e a mais nova delas, Belle que é delicada e generosa. Perdido em uma tempestade de neve durante uma viagem angustiante, o comerciante se abriga em um castelo. Ele pega uma rosa para Belle, e então é condenado à morte pelo proprietário, a Fera.

Se sentindo responsável pelo destino que se abateu sobre a sua família, Belle decide se sacrificar por seu pai. Mesmo contra todas as probabilidades, Fera deixa ela viver e permite que ande à vontade em seu castelo. Eles se reúnem todas as noites na hora do jantar, e vão se conhecendo aos poucos. Belle não obedece as ordens de seu anfitrião e tenta desvendar os mistérios do seu campo mágico. Ela descobre sobre uma trágica história de um príncipe arrogante que é transformado em um monstro por um crime horrível. Enquanto isso, Maxime, um de seus irmãos, entrega o castelo para Perducas. Belle vai abrir o coração e tentar salvar a Fera de sua maldição.Metronews - Les dessous d'un casting de rêve Christophe Gans commente les photos de La Belle et la Bête

Elenco Vincent Cassel como La Bête (A Fera) / Le Prince (O Príncipe) Léa Seydoux como Belle (Bela) André Dussollier como Le marchand (O Mercador) / Pai de Belle Eduardo Noriega como Perducas Myriam Charleins como Astrid Sara Giraudeau como Clotilde Audrey Lamy como Anne Jonathan Demurge como Jean-Baptiste Nicolas Gob como Maxime Louka Meliava como Tristan Yvonne Catterfeld como La Princesse (A Princesa) Dejan Bucin como Louis

Produção As filmagens foram feitas na Alemanha, no Studio Babelsberg em Potsdam-Babelsberg, entre novembro de 2012 até fevereiro de 2013, com um orçamento total de 35 milhões de euros.

Lançamento No Japão, o filme liderou as bilheterias no seu lançamento, tornando-se o primeiro filme que não foi de língua inglesa no topo da bilheteria japonesa desde o filme A Batalha dos 3 Reinos em 2009, e é o primeiro filme francês no topo da bilheteria japonesa desde o filme Les Rivières Pourpres de Mathieu Kassovitz em 2001.

Bilheteria mundial O filme arrecadou um total de US$ 49.1 milhões internacionalmente.

Recepção Na França, o filme recebeu críticas positivas.Critiques - La Belle et la Bête France Télévisions disse que o filme de Christophe Gans foi um "grande sucesso". Eles elogiaram as cores e os contrastes da paisagem, que disseram que recordaram a obra do pintor americano Maxfield Parrish, e o estilo visual, que em comparação com os filmes de Mario Bava e Tsui Hark. Eles também observaram que Gans tinha se diferenciado com sucesso o filme, a partir do material de origem e adaptações anteriores, mantendo o "espírito" da história original. Laurent Pecha do EcranLarge disse que o filme estava "longe de ser perfeito", e era "tão ambicioso" comparado à "depressão" do cinema francês que Gans tinha conquistado. Ela disse que a introdução foi "espectacular" e elogiou Gans por sua vontade de fazer o público acreditar que uma "incrível e improvável história de amor", louvaria o "excelente" Seydoux e Cassel. Escrevendo para o TF1, Olivier Corriez deu ao filme 4 estrelas de 5 e comentou que não era fácil, oferecer uma interpretação moderna de A Bela e a Fera, e como já tinha sido adaptada tantas vezes antes, mas achou o filme de Gans, "extravagante" mas "acessível a todos os públicos". Ele disse que achou maravilhosos os contrastes, e elogiou Seydoux por seu "charme e ternura" e Cassel por sua "brutalidade e franqueza."

As avaliações internacionais foram menos consensuais. Jessica Kiang do Indiewire disse que o filme era "imensamente, esmagadoramente chato" e Seydoux desperdiçou tempo em um papel que fez com que ela "mostrasse seus seios e caísse sobre as coisas graciosamente."

Ligações externas

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