Para os egípcios, o sapo era um símbolo de vida e fertilidade, já que milhões deles nasciam após a inundação anual do Nilo, que trazia fertilidade para as terras que de outra forma seriam áridas. Consequentemente, na mitologia egípcia, começou a haver uma deusa-rã, que representava a fertilidade, referida pelos egiptólogos como Heqet (também Heqat, Hekit, Heket etc., e mais raramente Hegit, Heget etc.),Armour, op.cit., p.116 escrito com o determinante sapo.Erman, op.cit. vol. 3, 169.10

Heqet, também e considerada a deusa dos partos e da ressurreição, sua aparência anfíbia denúncia seu forte vínculo com a água. A deusa rã e uma das mais antigas de toda a mitologia egípcia, sendo que seus hieróglifos são encontrados em pirâmides por todo o Egito. Ela vinha para ajudar o recém falecido a ascender ao pós-vida.

Bibliografia Robert A. Armour, Gods and Myths of Ancient Egypt, American Univ. in CairoPress 2001 Erman, Johann Peter Adolf, and Hermann Grapow, eds. 1926–1953. Wörterbuch der aegyptischen Sprache im Auftrage der deutschen Akademien. 6 vols. Leipzig: J. C. Hinrichs’schen Buchhandlungen. (Reprinted Berlin: Akademie-Verlag GmbH, 1971).

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