A Batalha de Ravena de 432 (também conhecida como Batalha de Rimini) pôs em confronto duas forças rivais do Império Romano do Ocidente. De um lado, Flávio Aécio, e do outro Bonifácio. Bonifácio venceu a batalha, mas foi mortalmente ferido.
Antecedentes Segundo Edward Gibbon, o confronto foi promovido pela inveja de Flávio Aécio face aos favores e promoção imperial dada a Bonifácio pela imperatriz-mãe Gala Placídia, apesar da sua derrota face aos vândalos de Genserico. Aécio saiu da Gália com um exército de bárbaros (federados), e promoveu o confronto com Bonifácio perto de Ravena, então capital do império ocidental.
A batalha A batalha que segundo Procópio colocava em confronto os "dois últimos romanos , teve um desfecho favorável a Bonifácio. No entanto, Bonifácio foi ferido mortalmente (segundo Gibbon pela lança de Aécio) e veio a falecer alguns dias mais tarde. Aécio teve que escapar, foi proclamado rebelde pela imperatriz regente Gala Placídia, e foi procurar refúgio entre os hunos.
Consequências Bonifácio assegurou a sucessão do seu genro Sebastiano, no comando do exército imperial. No entanto, Aécio regressou com o apoio dos hunos, e depôs Sebastiano, obrigando à fuga deste. Aécio tomou então controlo absoluto do exército de Roma, e confrontaria os hunos por quem fora apoiado na Batalha dos Campos Cataláunicos.
Bibliografia
GIBBON, Edward. Gibbon's History of the decline and fall of the Roman empire, Volume 3. Th. Bowdler, 1826. O' Flynn, John M. Generalissimos of the Western Roman Empire, 1983. p. 79
Categoria:432 Categoria:Batalhas envolvendo o Império Romano do Ocidente Categoria:Século V no Império Romano