GFD Investimentos é uma empresa de fachada criada pelo ex-deputado José Janene e Alberto Youssef para trazer o dinheiro de Janene para o Brasil, de forma a regularizar o patrimônio.

Outras empresas de fachada Outras empresas de fachada investigadas pela Operação Lava Jato que são de Youssef, mas que estavam no nome do seu empregado, Waldomiro de Oliveira. MO Consultoria RCI Software Empreiteira Rigidez

Herança A contadora Meire Poza que trabalhou com o doleiro, disse que Youssef foi um dos principais beneficiados com a morte de Janene, ao “herdar” o espólio da GFD Investimentos. “Puta herança. Caiu no colo dele. Eu acho que o Beto acendeu a vela ao contrário. Acendeu a vela para o Janene morrer”, disse Meire.

Investigações Material apreendido pela Polícia Federal durante a Operação Lava Jato, aponta que entre agosto de 2011 e maio de 2012, a GFD Investimentos recebeu pagamentos das nove empreiteiras da ordem de R$ 5,5 milhões.

Parlamentares Em um dos processo da Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), Meire em entrevista reafirmou que tinha conhecimento da relação próxima entre o doleiro e os ex-deputados federais André Vargas (PT-PR), Luiz Argôlo (SDD-BA) e Mário Negromonte (PP-BA). Ainda de acordo com as investigações, João Vaccari Neto, esteve na sede de uma das empresas usadas pelo doleiro Youssef em esquema de lavagem de dinheiro.

Denúncia Além de Youssef e Carlos Alberto, da GFD Investimentos, também foram denunciados Leonardo Meirelles, Leandro Meirelles, Pedro Argese Júnior, Esdra de Arantes Ferreira e Raphael Flores Rodriguez. Leonardo Meirelles era um dos sócios do laboratório Labogen, que chegou a firmar convênio de R$ 31 milhões com o Ministério da Saúde em 2013, mas era mais utilizado como passagem de dinheiro para o exterior.

Condenações

Dentre alguns dos condenados na Operação Lava Jato, estão os que foram denunciados a partir da empresa GFD Investimentos e Labogen.

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