I Died a Thousand Times (br.: Morrendo a cada instante / pt.: Morri mil vezes) é um filme policial noir estadunidense de 1955, dirigido por Stuart Heisler.

É uma refilmagem quase fiel de High Sierra de 1941, que por sua vez foi adaptado de um romance de W.R. Burnett, com a diferença de que o personagem do negro estereotipado do comediante Willie Best do filme original foi substituído aqui pelo mexicano estereotipado interpretado por Gonzales-Gonzales.

A mesma história já fora refilmada antes, como um faroeste de 1949 chamado Colorado Territory.

Elenco Jack Palance...Roy Earle / Roy Collins Shelley Winters...Marie Garson Lori Nelson...Velma Lee Marvin...Babe Kossuck Pedro Gonzalez Gonzalez...Chico Lon Chaney Jr....Big Mac Earl Holliman...Red Perry Lopez...Louis Mendoza Richard Davalos...Lon Preisser Howard St. John...Doc Banton Nick Adams...mensageiro Dennis Hopper...Joe Ralph Moody...Pa Goodhue Olive Carey...Ma Goodhue Dub Taylor...Ed Paul Brinegar...Motorista de ônibus James Millican...Jack Kranmer

Sinopse O gângster Roy "Mad Dog" Earle cumpriu pena de 8 anos por assalto a banco até sair ao obter perdão governamental. Ele recebe a proposta para realizar um novo assalto, planejado pelo chefão de Chicago, Big Mac, e se dirige até Sierra Nevada para se encontrar com os demais membros da quadrilha. São eles os jovens inexperientes Red e Babe - este acompanhado da dançarina Marie. Roy manda Marie embora mas ela consegue convencer-lhe a deixá-la ficar e flerta com ele. Mas Roy está mais interessado em Velma, a neta com um problema no pé de um casal de fazendeiros arruinados de Ohio que conhecera no caminho. Roy e os outros aguardam o sinal de Louis Mendoza, funcionário do hotel que será o alvo do roubo.

Recepção

Bosley Crowther escreveu para o The New York Times não ter gostado do remake, especificamente do roteiro e sua mensagem equivocada (em tradução livre): "De alguma maneira não é tão tocante quanto quando apareceu pela primeira vez há quatorze anos. E o problema não é exatamente o Senhor Palance...Não é tão comovente por ser antiquado e absurdo—-o tipo de glorificação de bandido que já estava obsoleta quando High Sierra foi lançado. É um insulto às instituições sociais e inteligência do público puxar dos arquivos esse velho herói mitológico e colocá-lo novamente no topo da montanha. A pretensão é tão brusca e sentimental que fazer isso é totalmente cliché. E a atuação não melhora isso muito...É óbvio que High Sierra iria lindamente vir terra abaixo "Crowther, Bosley. The New York Times, "Total Cliche; I Died a Thousand Times' de Globe" resenha, 10 de novembro de 1955. Accessed: 29 de janeiro de 2008.

Mais recentemente, o crítico Dennis Schwartz escreveu: "Esta refilmagem é quase desnecessária, mas pelo menos mantém as mesmas coisas do romance e dá ao público a chance de observar Jack Palance no papel que Bogie tornou um clássico e Shelley Winters substituindo Ida Lupino. Apesar de ambos os atores se sairem bem, não há comparação possível com a lendária dupla original. Eu acho uma coisa sobre remakes de clássicos, acredito que não existe um momento propício para realizá-los...Eu não tenho problemas com o pico, de fato funciona bem. Se não fosse uma refilmagem desnecessária eu acho que pensaria mais nisto".Schwartz, Dennis. Ozus' World Movie Reviews, Resenha de filme, 23 de dezembro de 2004. Accessed: 1 de dezembro de 2009.

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