Manucu ( Dicionário fonético da Língua Portuguesa) é um gênero descrito como uma semente nativa da Floresta Amazônica.

História

Acredita-se que os povos indígenas que habitavam a região amazônica foram os primeiros seres humanos a ter contato com a semente. Os índios, ao estudar e manipular o manucu, passaram a usá-lo para fazer chás medicinais, pois acreditavam que o chá feito a partir dessa semente teria poder de desintoxicação. Por consequência, elas eram recorrentemente utilizadas pelos pajés como um remédio natural para injúrias como uma intoxicação alimentar. Como a maioria das sementes, o manucu também era muito utilizado na produção de tinturas para tingir tecidos e para pinturas faciais. Lista das Espécies Florestais e Arbustivas de Interesse Econômico na Amazônia Ocidental

Extinção

Com o advento da colonização portuguesa, principalmente a partir de 1530, o manucu passou a ser muito explorado, e sua extração aumentou demasiadamente nesse período. No século XVI, este era considerado uma iguaria para a produção de tintas na Europa, e foi utilizado em larga escala. A exploração colonial foi extremamente prejudicial ao manucu. Atualmente, a semente está praticamente extinta. Foi considerada uma das riquezas brasileiras.

Características

A semente possuía cerca de 1 centímetro de diâmetro tinha um formato ovalado, com tonalidade predominantemente alaranjada.

Ligações externas - página do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - página do Instituto Brasileiro de Florestas

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