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As ilhas Fiji são uma república. Uma constituição proclamada em 1990 garantiu o controle do país pela população fijiana, mas deu origem a grande emigração de indianos. A perda de população levou a dificuldades econômicas, mas garantiu que os melanésios se tornassem maioritários no país. Em 1992 ocorrem eleições vencidas pelo Partido Político Fijiano.

Uma revisão realizada em 1997 tornou a constituição de Fiji mais equitativa. Realizaram-se eleições livres e pacíficas em 1999, que resultaram num governo liderado por um indo-fijiano. Um ano mais tarde, o governo foi deposto por um golpe de estado liderado por George Speight, um nacionalista fijiano de linha dura. A democracia foi restaurada em finais de 2000 e Laisenia Qarase, que liderara um governo interino desde o golpe, foi eleito primeiro-ministro.

Em dezembro de 2006, o general Frank Bainimarama deu um golpe de estado e depôs o governo do primeiro-ministro Laisenia Qarase. O ex-presidente da Associação de Médicos de Fiji Jona Senilagakali será o primeiro-ministro transitório até a formação de um governo interino. Austrália e Nova Zelândia protestaram contra o golpe, o governo neozelandês anunciou sanções contra Fiji. Em 1º de setembro de 2009, Fiji foi expulsa da Comunidade das Nações por não seguir os padrões democráticos que a comunidade exige.