Diódoto I foi sátrapa da Báctria como parte do Império Selêucida e o primeiro rei da Báctria após sua independência. Justino chama este rei, e seu filho, de Teódoto.

A Báctria, após a morte de Alexandre, havia sido submetida apenas nominalmente aos seus sucessores, porém, em cerca de 305 a.C. Seleuco Nicátor submeteu seu governador. Até o reinado de seu neto, Antíoco Teos, a Báctria continuou sendo uma província do império.George Rawlinson, A manual of ancient history (1869), VIII. Kingdom of Bactria, p.305s [google books]

Em 245,Segundo Rawlinson, a independência da Báctria ocorreu em 255 a.C. Andrágoras, sátrapa da Pártia, se revoltou contra Seleuco Calínico, que havia recentemente começado a reinar. Na confusão, os parnos, uma tribo nômade das estepes da Ásia Central, ocuparam a Pártia, e fundaram o Império Parta. Os gregos e macedônios da Báctria viram-se separados do império,Jona Lendering, Bactria [em linha] e Diódoto, o sátrapa, que havia apoiado os parnos, se tornou rei.

Pouco se sabe sobre Diódoto, além da data de sua ascensão. Em 244,Ver nota anterior: as datas de Rawlinson podem ter um erro de c. 10 anos. ele pode ter se submetido a Ptolemeu Evérgeta.Ptolemeu Evérgeta, segundo alguns autores, conquistou temporariamente quase toda parte oriental do Império Selêucida durante a Terceira Guerra da Síria. Ele possivelmente morreu em 237, após se aliar a Seleuco Calínico em sua tentativa de submeter os partas, em troca do reconhecimento da independência da Báctria. Ele foi sucedido por seu filho Diódoto II.

A data da sua morte varia conforme o autor: Valliant propôs 236, mas depois sugeriu 234; Bayer adotou 243; Wilson 240 e Lassen 237.The Numismatic Chronicle, Volume 9 (1869), Diodotus I, p.32-36 [google books]

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