A Fortaleza de Gônio () é uma fortificação romana em Ajária, na Geórgia, no Mar Negro, 15 quilômetros a sul de Batumi e 4 a norte da fronteira com a Turquia, na foz do rio Choruque.

A mais antiga referência a esta fortaleza se encontra nas obras de Plínio, o Velho, em sua História Natural, escrita no . Há também uma referência ao antigo nome desta cidade nas Guerras Mitridáticas, de Apiano, do século II.Plínio, o Velho. História Natural 6:4Apiano. Mithr. 15:101 No século II, era uma cidade romana fortificada na Cólquida. A cidade também é conhecida por seu teatro e hipódromo. Mais tarde, ficou sob influência bizantina, período em que o nome "Gônio" é finalmente atestado por Miguel Panareto, historiador do Império de Trebizonda, no . Em 1547, a cidade foi finalmente tomada pelo Império Otomano, até em 1878 a região de Ajária se tornar parte do Império Russo após o Tratado de Santo Estêvão.Tratado de Santo Estêvão (em inglês)

Acredita-se que o apóstolo São Matias esteja sepultado em Gônio, mas é impossível ter certeza, dada a proibição de escavar perto do local. Outras escavações, no entanto, são feitas no sítio arqueológico, focando em sua herança romana.Kakhidze, Emzar, Recent Archaeological Finds in Apsarus . Third International Congress on Black Sea Antiquities, 2005. Gônio é um grande ponto turístico, com muitos vindo do resto da Geórgia para visitar suas limpas praias.

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